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Cleitinho dá recado a Nikolas e critica onda de boicotes após eleição

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O senador e governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), criticou movimentos de boicote a empresas por divergências políticas. Em um vídeo, publicado nas redes sociais, ele defendeu que eleitores e comerciantes mantenham relações, independentemente de suas posições políticas.
Cleitinho dá recado a Nikolas e critica onda de boicotes após eleição


Contra boicotes, Cleitinho Azevedo dá testemunho sobre cliente petista

Para explicar seu posicionamento, Cleitinho contou a história de uma mulher que votou no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas continuou comprando no varejão de seu pai, apoiador da direita.

De acordo com o parlamentar, o comerciante chegou a permitir que a cliente levasse verduras sem pagar na hora. Isso porque, na época, ela enfrentava dificuldades financeiras após ser deixada pelo marido e assumir sozinha os cuidados das três filhas.


“Não teve boicote de ambas as partes, nem do meu pai, que nunca votou no Lula, e nem dela. Quando ela tinha dinheiro para comprar, ela nunca deixou de comprar no Varejão porque meu pai nunca votou no Lula.”, relatou.

Governador critica políticos que incentivam boicotes

Em seguida, Cleitinho também condenou o episódio de uma mulher que teria humilhado uma criança por causa da preferência política da família. “Primeiro que a criança não vota.“, afirmou. Logo depois, ele pediu que políticos de direita que se declaram cristãos repudiem esse tipo de atitude.

Além disso, o governador defendeu que políticos que incentivam boicotes abram mão dos próprios salários e benefícios, como auxílios de moradia, paletó e alimentação, além das verbas de gabinete. “Se você está mandando boicotar empresas, tanto de esquerda ou de direita, abre mão do seu salário.“, afirmou por fim.



Flávio Bolsonaro usou carro diplomático argentino, escolta e fraudou registros migratórios na fuga

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Uma minuciosa investigação jornalística exibida pelo Fantástico, da TV Globo, trouxe à tona a teia logística e geopolítica montada para retirar do Brasil o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O parlamentar deixou o território nacional após a expedição de uma ordem do Supremo Tribunal Federal que determinava a entrega imediata de seus passaportes às autoridades policiais. 



A apuração, fundamentada em documentos de imigração argentinos obtidos via cooperação internacional, revelou uma manobra coordenada que envolveu o uso de estrutura estatal da Argentina, apoio de escolta armada, fraude nos registros de fronteira e a intercessão direta de agentes ligados à política norte-americana.

A complexa operação transfronteiriça mobilizou aviões particulares, empresas de fachada, veículos com placas diplomáticas e contou até mesmo com a presença de um ex-agente do serviço de inteligência de Israel, o Mossad. O destino final foi a Flórida, nos EUA, onde o parlamentar desembarcou sob forte esquema de proteção e silêncio institucional.

Estratégia da saída em duas frentes: do Distrito Federal à fronteira sul

Para driblar os sistemas de controle e dificultar a rastreabilidade por parte dos órgãos de fiscalização brasileiros, o plano de evasão foi executado de forma fracionada nas primeiras horas da terça-feira, 27 de outubro. O senador decolou da capital federal por volta das 5h05 a bordo de um jato executivo Cessna Citation Excel, aeronave associada à estrutura do advogado Willer Tomaz, aliado próximo do parlamentar e acusado de inúmeros crimes. O voo inicial seguiu rumo ao aeroporto de San Fernando, na região metropolitana de Buenos Aires, onde o avião pousou às 8h40. De lá, as investigações apontam que Flávio seguiu em uma segunda ligação aérea privada com destino a Puerto Iguazú, cidade argentina limítrofe com Foz do Iguaçu (PR).


Paralelamente, a esposa do parlamentar, Fernanda Bolsonaro, juntamente com as duas filhas do casal, deixava Brasília em uma segunda aeronave de pequeno porte. O grupo familiar desembarcou no município de Cascavel, no interior do Paraná. No começo da noite, às 20h02, as três embarcaram no hangar do aeroporto paranaense em um utilitário pertencente à empresa Iguaçu Dallas Travel Turismo Ltda.

A checagem do endereço fiscal da referida agência de viagens pelo Fantástico junto aos bancos de dados da Receita Federal expôs inconsistências profundas: no local indicado, funciona apenas um estacionamento comercial sem qualquer relação operacional com turismo. Questionada pela reportagem da TV Globo, a administradora do espaço confirmou ter parentesco com uma das sócias formais da Dallas, limitando-se a declarar que o seu comércio era apenas o estacionamento. Em nota publicada posteriormente nas redes virtuais, a empresa negou ter prestado serviços de translado para a família do político.

Inconsistências migratórias e a controversa escolta governamental

A travessia terrestre entre o Paraná e a província de Misiones revelou indícios contundentes de adulteração e inserção de dados falsos nos sistemas de controle migratório da Argentina. Registros oficiais obtidos pela reportagem mostram que duas vans ligadas à mesma empresa de transporte cruzaram a fronteira em horários próximos naquela noite. No primeiro veículo, constavam os dados válidos de entrada da esposa e das filhas do parlamentar.

No que diz respeito a Flávio Bolsonaro, contudo, o sistema da imigração argentina registrou um fenômeno atípico: a entrada do senador foi computada três vezes em um curto intervalo de 40 minutos na mesma van. Os lançamentos ocorreram às 22h37, com o passaporte italiano, às 22h40, usando apenas a carteira de motorista, e às 23h11, ao apresentando passaporte brasileiro. As autoridades locais cancelaram as duas últimas entradas registradas com documentos brasileiros, mantendo ativa apenas a validação efetuada com a cidadania europeia.

A inconsistência ganha contornos ainda mais graves diante da principal linha de apuração dos investigadores: Flávio jamais esteve no interior daquela van. O parlamentar teria chegado a Puerto Iguazú por via aérea vindo de Buenos Aires e permanecido durante horas aguardando no interior do jato na pista do aeroporto local até a chegada de seus parentes.

Outra van que antecedeu o comboio familiar em sete minutos transportava o motorista Neri Luiz Dala Corte, o advogado Roberto Jorge Alexandre, integrante da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, e o cidadão israelense Menachem Booky Halevy, apontado como ex-oficial do Mossad (serviço de inteligência de Israel). Halevy, que ostenta fotos em compromissos públicos ao lado do primeiro-ministro extremista Benjamin Netanyahu, havia ingressado no Brasil dia 19 de outubro e já registrava sucessivas viagens ao país ao longo do ano.

O jornalista argentino Nicolás Munafó, do canal de notícias C5N, testemunhou a chegada do aparato ao aeroporto de Puerto Iguazú e confirmou a presença de carros de Estado. Segundo o repórter, a comitiva contava com batedores da Polícia de Segurança Aeroportuária da Argentina, veículos com placas brasileiras e automóveis de órgãos governamentais argentinos, incluindo uma caminhonete de representação diplomática vinculada ao Ministério das Relações Exteriores da nação vizinha.

Questionamentos judiciais em Assunção e Buenos Aires e a rota internacional

A utilização de recursos e credenciais públicas argentinas para facilitar a passagem do parlamentar brasileiro deflagrou uma crise política e judicial no país vizinho. A Justiça da Argentina emitiu ordens de busca e determinou a preservação imediata de todas as gravações das câmeras de monitoramento da ponte internacional e das dependências do aeroporto de Puerto Iguazú.

Em depoimento prestado ao Fantástico, a deputada argentina Marcela Pagano confirmou ter acionado formalmente as instâncias judiciais para exigir esclarecimentos sobre as facilidades concedidas ao político brasileiro. Pagano enfatizou a gravidade da existência de irregularidades nos cartões de migração, do uso de escolta da força policial e do emprego de veículos diplomáticos sem justificativa oficial. Em contrapartida, o Secretário de Comunicação da Presidência da Argentina, Fabian Fernandez, informou que o governo de Javier Milei não se manifestaria sobre a ocorrência.

A etapa transcontinental da fuga foi contratada junto à operadora aérea argentina Baires Fly por meio de um jato de altíssimo luxo Gulfstream G400. O proprietário da empresa de táxi aéreo, Luis Grande, revelou que o afretamento custou 150 mil dólares, algo em torno de R$ 800 mil. O pagamento foi realizado por uma intermediária sediada nos EUA através de transferência bancária internacional. Veículos da imprensa norte-americana e o jornal argentino Clarín apontaram que a contratação e a liberação do espaço aéreo em Puerto Iguazú contaram com a interferência direta de Jason Miller, estrategista e ex-assessor do presidente Donald Trump.

A aeronave decolou da Argentina na madrugada de quarta-feira, 28 de outubro, realizando uma parada técnica para reabastecimento em Guayaquil, no Equador, antes de seguir viagem rumo ao estado da Flórida. O pouso final ocorreu no Aeroporto Executivo de Opa-Locka, na região metropolitana de Miami. Em manifestações públicas, o presidente Donald Trump alegou neutralidade sobre as eleições brasileiras, enquanto o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, negou qualquer facilitação direta do governo federal nos trâmites, ressaltando que o senador possuía visto válido e teve seu ingresso autorizado dentro da legalidade.



Governo de Trump leva disputa eleitoral da Califórnia à Suprema Corte

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O fascista nem sabe o resultado, mas já está apelando
Governo de Trump leva disputa eleitoral da Califórnia à Suprema Corte
Governo Trump pede à Suprema Corte que impeça Califórnia de contar votos de mais de 20 mil eleitores suspeitos de não serem cidadãos americanos.

Por Reuters
O governo do presidente Donald Trump solicitou nesta segunda-feira (2) à Suprema Corte dos Estados Unidos que impedisse temporariamente a Califórnia de contar os votos por correspondência de mais de 20 mil eleitores registrados que, segundo autoridades federais, provavelmente não são cidadãos americanos.
Em mais um capítulo da disputa judicial, que pode afetar milhares de eleitores nas eleições de meio de mandato desta terça-feira (3), o Departamento de Justiça pediu uma medida cautelar para suspender a contagem dos votos contestados até que a cidadania de cada eleitor seja verificada.
Um tribunal federal de apelações rejeitou o pedido na sexta-feira (30).
O governo americano intensificou as ações contra a suposta participação de não cidadãos nas eleições na reta final da campanha. Trump já fez alegações falsas sobre a existência de fraude eleitoral generalizada, inclusive na eleição de 2020, quando foi derrotado pelo democrata Joe Biden.
No entanto, diversos estudos e auditorias estaduais mostram que a votação irregular, inclusive por pessoas que não são cidadãs americanas, é rara.
A Constituição dos EUA atribui aos estados a responsabilidade de organizar as eleições, embora o governo federal exerça algum nível de supervisão.
A ação judicial representa uma rara intervenção federal no processo eleitoral e demonstra a disposição do governo Trump de contestar decisões relacionadas às eleições na Justiça.
O governo já havia tentado restringir o voto por correspondência — modalidade mais utilizada por eleitores com tendência democrata —, mas a Suprema Corte rejeitou a iniciativa em setembro.
A lista com os nomes de mais de 20 mil eleitores foi compilada pelo Departamento de Segurança Interna dos EUA e encaminhada às autoridades da Califórnia e do condado de Los Angeles.
Em 15 de outubro, o Departamento de Justiça entrou com uma ação na Justiça Federal, alegando que a Califórnia impede ilegalmente a aplicação de uma lei de 1996 que criminaliza o voto de não cidadãos em eleições federais.
Segundo o departamento, a conduta do estado viola a Cláusula de Supremacia da Constituição americana, que estabelece a prevalência da legislação federal sobre as leis estaduais em determinadas situações.
O governo pediu à Suprema Corte que determinasse à Califórnia a separação dos votos registrados por pessoas incluídas na lista e a suspensão de sua contagem até que a cidadania desses eleitores fosse comprovada.
"Uma vez que os votos ilegalmente emitidos sejam contados e misturados aos votos legítimos, o dano resultante é impossível de ser reparado", escreveu o Departamento de Justiça em um documento apresentado à Corte.
A Califórnia, por sua vez, afirmou que possui mecanismos rigorosos para impedir o voto de não cidadãos e que a ação do governo ameaça retirar o direito de voto de 20 mil pessoas com base em acusações vagas.
O estado também argumentou que o método utilizado pelo governo para identificar possíveis não cidadãos nos registros eleitorais é falho e provavelmente contém diversos erros, conforme documentos apresentados à Justiça


Governo Trump debocha de migrantes em vídeo de Halloween

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Agência de Imigração e Controle de Alfândega dos EUA publicou vídeo que celebra prisão de migrantes
Imagem: Charly Triballeau/AFP

O governo de Donald Trump comemorou o Halloween neste sábado (31) com a divulgação de vídeos agressivos que celebram a detenção de migrantes e a morte de "inimigos" estrangeiros pelas mãos do Exército dos Estados Unidos.

A agência de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês), que tem liderado uma campanha de deportações em massa de migrantes em situação irregular, publicou no X um vídeo de um minuto com "Thriller", o famoso sucesso de Michael Jackson.
O vídeo começa com uma sequência de ícones de filmes de terror antes de passar a imagens de prisões e migrantes detidos, com legendas como "este sujeito era procurado por homicídio"

"À espreita dos inimigos dos Estados Unidos", anunciou o Departamento de Defesa no X sobre um breve vídeo em preto e branco que mistura cenas de lançamento de mísseis e tropas em ação com trechos de Trump prometendo matar traficantes de drogas.

Também inclui trechos do secretário de Defesa Pete Hegseth jurando matar qualquer um que mate americanos.

A Agência Federal de Investigação (FBI) publicou um vídeo animado com uma caricatura de seu diretor, Kash Patel, que adapta a letra de "Thriller" para destacar estatísticas sobre o que descreveu como uma queda da criminalidade
A Casa Branca e o próprio Trump publicam com frequência conteúdo provocador nas redes sociais para inflamar a indignação de seus críticos.

Esse tipo de vídeo, em particular os relacionados ao alvo posto sobre os imigrantes em situação irregular, tem sido amplamente denunciado como degradante e racista…
https://x.com/ICEgov/status/2116563517524644332?a=8mO7XTdSYOmtr2ykSo0&s=20


Pietra Cupello posa para ensaio de moda e ganha curtida do ator

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Affair de Cauã Reymond, Pietra Cupello posa para ensaio de moda e ganha curtida do ator.

Estudante de Medicina, de 23 anos, e o ator, de 46, estão juntos há cerca de três meses.

Novo affair de Cauã Reymond, Pietra Cupello cursa Medicina, mas também mostra em suas redes sociais sua outra face, a de modelo. A jovem, de 23 anos, posou para um ensaio e publicou o resultado em seu perfil no Instagram. Quem marcou presença nos likes foi o ator bonitão.

Pietra é embaixadora de uma marca de moda feminina e nas poucas publicações que tem de seu dia a dia, o trabalho como influenciadora da áreaganha protagonismo. Não é o primeiro ensaio curtido por Cauã, que deixa seu rastro nas publicações da moça. Foi assim que começou o romance.

Após uma viagem à Bahia, a primeira do casal, Pietra surgiu na casa de Cauã. A foto tirada no espelho denunciou a porta do imóvel. A casa do ator fica localizada no Joá, na Zona Sudoeste do Rio. O cenário é muito familiar para os seguidores do galã: as portas e paredes brancas ao fundo. Outras namoradas do galã também gostavam de mostrar seus looks no mesmo lugar, como a modelo Luana Mandarino, por exemplo.

Pietra Cupello posta selfie da casa do ator Cauã Reymond — Foto: Reprodução/Instagram
Pietra Cupello posta selfie da casa do ator Cauã Reymond — Foto: Reprodução/Instagram

Pietra e Cauã estão saindo há cerca de três meses e, segundo amigos da estudante e influenciadora, ele estaria “caidinho” pela jovem, que também viveu um breve affair com Gabriel Medina e João Silva, filho de Faustão, com quem foi para os EUA, durante a Copa do Mundo.

Com o surfista, Pietra chegou a ter um brevíssimo romance, há cerca de dois anos, quando ele estava na pista. Em 2022, quem a descobriu no Instagram foi Vini Jr. O jogador lançava seus foguinhos na direção de beldades, como a jovem carioca, de quem é vizinho no Rio. Mas, segundo pessoas ligadas a ela, não houve interesse da parte da loira.


Sob pressão, EUA negam envolvimento na fuga de Flávio

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Segundo Marco Rubio, decisão de permitir que o senador brasileiro entrasse no país foi concedida por Donald Trump.
Sob pressão, EUA negam envolvimento na fuga de Flávio

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou neste sábado (31) que Washington não participou diretamente da saída de Flavio Bolsonaro (PL) do Brasil após sua derrota eleitoral. Segundo o norte-americano, o presidente Donald Trump tomou a decisão de permitir que o senador brasileiro entrasse no país.
Flávio, que perdeu para o presidente Lula (PT) a disputa presidencial no segundo turno das eleições de 24 de outubro, chegou aos Estados Unidos (EUA) com sua família na última quarta-feira (28), depois que a Justiça determinou a entrega de seus passaportes no âmbito de diversas investigações.

"Ele já tinha um visto anteriormente, e o presidente tomou a decisão de permitir que ele entrasse no país", disse Rubio em uma coletiva de imprensa em Atlanta, Geórgia. "O governo dos Estados Unidos não esteve diretamente envolvido" nos arranjos feitos pelo senador e ex-candidato, acrescentou.

O político de 45 anos deixou o Brasil passando pela Argentina e pelo Equador a bordo de uma aeronave que, segundo os jornais The New York Times e The Wall Street Journal, foi fretada por Jason Miller, assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

De acordo com o diretor da companhia aérea, em declaração à AFP, o voo que levou Flávio aos Estados Unidos foi pago por um intermediário a partir de uma conta bancária americana.