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MP Eleitoral pede indeferimento da candidatura de Vandro Família

O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política

No documento são citados elementos de investigações sobre a atuação em uma milícia em Magé e envolvimento na morte de rival político.

Justiça eleitoral toma decisão contra Moro após suposta manipulação de pesquisa

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O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) determinou, nesta quinta-feira (27), que o candidato ao governo estadual Sergio Moro (PL) remova de suas redes sociais publicações que afirmavam que ele venceria a eleição no primeiro turno com 52,1% dos votos válidos. A decisão liminar, assinada pela juíza auxiliar Adriana de Lourdes Simette, foi provocada pela Coligação A Mudança Continua após a campanha de Moro associar um percentual calculado internamente a uma pesquisa registrada na Justiça Eleitoral, sem esclarecer ao eleitor que os números não eram os produzidos pelo instituto.

Decisão do TRE-PR contra Moro

A juíza auxiliar Adriana de Lourdes Simette concedeu a tutela de urgência e deu um dia para que Moro e seu candidato a vice, Edson Vasconcelos (PL), retirassem os conteúdos do ar. A liminar abrange cinco publicações veiculadas no Instagram e no Facebook pela campanha, e determina ainda que ambos mantenham cópias dos materiais removidos por 60 dias, medida que preserva as evidências para o julgamento de mérito.
A decisão foi assinada na mesma data em que a ação foi protocolada, o que indica que a juíza reconheceu urgência no pedido. O prazo exíguo para cumprimento reforça a avaliação de que o conteúdo tinha potencial imediato de induzir o eleitorado a erro sobre o cenário eleitoral no Paraná.

A manipulação da pesquisa

As publicações questionadas traziam a seguinte afirmação: “Mais uma pesquisa aprovada pela Justiça Eleitoral mostra que se a eleição fosse hoje: Sérgio Moro venceria no primeiro turno com 52,1% dos votos válidos!”. O texto identificava o instituto Neokemp, o período do levantamento e o registro na Justiça Eleitoral sob o número PR-04449/2026, conferindo ao percentual a aparência de resultado oficialmente apurado pela pesquisa.

O problema, segundo a Coligação A Mudança Continua, é que a pesquisa Neokemp/O Correio do Povo apontou originalmente 46,9% das intenções de voto para Moro. O índice de 52,1% foi obtido pela própria campanha após excluir da base de cálculo os 4% de votos brancos e nulos e os 6,1% de eleitores indecisos registrados no levantamento. Nenhuma das publicações explicava essa operação ao leitor.

A defesa de Moro sustentou que a exclusão dos indecisos seria metodologicamente válida, pois permitiria projetar o resultado entre os eleitores que já haviam definido o voto. A juíza, porém, deslocou o eixo da análise: o problema não era o cálculo em si, mas a forma como ele foi apresentado. Para Simette, os 52,1% apareciam nos posts diretamente associados à pesquisa e ao seu registro eleitoral, sem qualquer indicação de que se tratava de uma reelaboração posterior feita pela campanha.

“Há diferença juridicamente relevante entre divulgar o resultado efetivamente produzido pelo instituto de pesquisa e divulgar cálculo derivado desses dados”, escreveu a magistrada na decisão. Segundo ela, as publicações não informavam de maneira clara que havia ocorrido um redimensionamento da base de cálculo, o que poderia levar o eleitor a entender que o índice de 52,1% havia sido medido diretamente pelo instituto.

Repercussão e próximos passos

A ação foi movida pela Coligação A Mudança Continua, formada por Republicanos, MDB, Democrata, PSD, Avante, Federação PSDB Cidadania e Federação União Progressista. Moro e Edson Vasconcelos foram citados para apresentar defesa, e o Ministério Público Eleitoral deverá se manifestar antes do julgamento definitivo do caso.
O processo ainda trouxe um elemento adicional de constrangimento para a campanha: a coligação identificou jurisprudência inexistente nas peças apresentadas pela equipe jurídica de Moro. O próprio advogado Leandro Rosa reconheceu o problema no processo, afirmando que “o precedente citado como sendo do TSE é fruto de equívoco da pesquisa e da referência, inexistindo a intenção de prejudicar ou induzir este Tribunal em erro.” A admissão espontânea do erro não elimina o fato de que o tribunal foi instado a analisar um precedente que não existe.

Lula reage e aciona TSE contra Renan Santos e Caiado por mentiras em debate

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Lula reage e aciona TSE contra Renan Santos e Caiado por mentiras em debate
Lula reage e aciona TSE contra Renan Santos e Caiado por mentiras em debate



A coligação do presidente Lula (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quarta-feira (26), contra os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) por ataques e mentiras proferidos contra o petista durante o debate feito pela TV Bandeirantes no último domingo(23).  

As ações protocoladas ao TSE pedem a remoção de todos os conteúdos feitos a partir de cortes dos debates postados nas redes de Renan Santos e Caiado, assim como a a aplicação de multa de R$ 30 mil a cada um deles.  

“Caiado e Renan Santos se aproveitaram de um espaço que deveria ser de debate para fazer uma arena deliberada de ataques a Lula, com inverdades, para comprometer a isonomia da disputa eleitoral e influenciar o eleitor ao atingir a honra e a reputação de Lula”, afirma a campanha do presidente. 

Os advogados da coligação apontam que as manifestações proferidas por ambos não podem ser vistas como “crítica republicana voltada ao debate sobre a gestão pública”. “Muito longe disso. A conduta agressiva dos candidatos revela um único propósito: ‘induzir o eleitorado a erro, ultrapassando as balizas da liberdade de expressão para ingressar no campo da desinformação’”. 

As ações ao TSE ainda pedem que os dois candidatos não possam mais disseminar conteúdos mentirosos e ofensivos para atacar Lula. “Estas ofensas, graves por si só, ainda foram publicadas e replicadas nas redes sociais do candidato e do partido político, de modo a aumentar significativamente seu alcance junto aos eleitores e às eleitoras, ampliando, desta forma, seu impacto negativo.”

Os ataques contra Lula

Durante o debate, Caiado tentou associar Lula ao escândalo envolvendo Flávio Bolsonaro (PL) e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master preso por corrupção, em torno do filme “Dark Horse”. Segundo os advogados do presidente,  a acusação de prática de lobby “não possui qualquer tipo de vínculo à produção audiovisual Dark Horse”.   

“O escândalo do filme Dark Horse, amplamente divulgado pela mídia, não guarda qualquer tipo de vínculo com o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Não obstante, o representado utiliza-se de um trocadilho para criar uma falsa associação e, consequentemente, confundir o eleitorado”, aponta a ação.

Caiado e Renan não podem usar a liberdade de expressão como justificativa para “imputações que podem caracterizar crime de calúnia, injúria ou difamação ou que não observem a garantia constitucional da presunção de inocência”, acrescenta os advogados.

Já em relação a Renan Santos, a ação aponta seis ofensas à honra de Lula através de uma tática político que, segundo o próprio presidente, confirma a” deterioração da classe política e o intuito de fazer lacração na internet para conseguir votos, sem apresentar propostas concretas e de fato comprometidas com a população brasileira”. 

“Inequívoca, assim, a manobra perpetrada pelo candidato e pelo partido político para, extrapola os limites do debate político legítimo, atingir a honra e a reputação de Luiz Inácio Lula da Silva na medida em que lhe foram dirigidas imputações, imputações essas depois replicadas nas redes sociais, que consistem em calúnia, em difamação e em injúria”, argumenta o time jurídico de Lula. 

Os advogados ainda ressaltam que  a Justiça Eleitoral não pode permitir que os partidos políticos, coligação e candidatos participantes do pleito deixem de observar direitos e garantias constitucionais do cidadão em debates e na propaganda eleitoral gratuita.

“É inviável que se utilize de espaço público de comunicação para reduzir absolutamente o alcance de um direito ou garantia constitucional e, em contraponto, empregar máxima relevância às condenações criminais anuladas pelo Poder Judiciário, que não permitem afirmar culpa no sentido jurídico-penal”, completa o jurídico na ação. 

 

O Agro que lançar Teresa Cristina e implodir a canidatura de Flávio Bolsonaro

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Bomba..bomba


O Agro que lançar Teresa Cristina e implodir a canidatura de Flávio Bolsonaro
Senadora se diz "pronta" para a disputa, mas também é peça-chave em articulação para fortalecer chapa de Flávio Bolsonaro
Asenadora e ex-ministra da Agricultura do governo de Jair Bolsonaro (PL), Tereza Cristina (PP-MS), volta a aparecer no tabuleiro das articulações para as eleições presidenciais de 2026, com lideranças do agronegócio intensificando a mobilização em torno de sua possível candidatura ao Palácio do Planalto.
O movimento ganhou força nesta terça-feira (28), impulsionado por empresários do setor produtivo em grupos de WhatsApp, incluindo integrantes do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e produtores rurais de Mato Grosso.
Segundo a Folha de S. Paulo, a discussão foi levada ao grupo “Amigos do Cosag”, que reúne 105 membros, pelo diretor financeiro da Fiesp e ex-presidente do conselho, Jacyr Costa. Em uma mensagem, ele afirmou que a senadora estaria disposta a disputar a Presidência, caso sua legenda estivesse de acordo. “Tereza Cristina aceita ser candidata a presidente se tiver o aval do Progressistas. Avante, senadora”. Embora Costa tenha posteriormente minimizado a declaração como uma “brincadeira”, a mensagem repercutiu entre eventuais apoiadores.
A própria parlamentar confirmou sua disposição em um outro grupo de WhatsApp com empresários do agronegócio. Questionada por um participante se “vamos para a presidente?”, Tereza Cristina respondeu: “Estou pronta”. A declaração gerou euforia no grupo, com comemorações e mensagens de endosso. No entanto, a ex-ministra fez a ressalva: “Mas não depende só de mim. Meu partido precisa me dar legenda”.
#magal

Pessoal de Tarcísio pede distância de Bolsonaro e candidatura em fevereiro

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Pessoal  de Tarcísio pede distância de Bolsonaro e candidatura em fevereiro



O entorno do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defende um afastamento, sem pressa e com cautela, da família Bolsonaro e projeta um anúncio da candidatura ao Palácio do Planalto entre o final de fevereiro e o começo de março.

A aposta entre esses interlocutores próximos ao governador é de que a candidatura a presidente de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não irá adiante e que a família Bolsonaro blefa ao lançar o senador, que tenta manter a narrativa de perseguição política com a defesa da anistia, controlar politicamente a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro e, principalmente, "precificar" o valor de um Bolsonaro na urna eletrônica em 2026 para, aí sim, colocar seu apoio na mesa de negociação.

Também avalia que o tempo agora corre a favor do governador.

Como a previsão é de que Flávio não levará a candidatura até o fim, a expectativa é de que Tarcísio aproveite esse tempo para jogar parado e promover o que alguns de seus aliados têm defendido: a de que haja um afastamento cuidadoso, mas sem pressa e sem pausa de seu nome do da família Bolsonaro.

Foi esse o sentido, segundo seus aliados, da fala de Tarcísio nesta segunda-feira (8) sobre a candidatura Flávio após três dias de silêncio. Ele afaga a família ao manifestar apoio a Flávio, mas se afasta dela ao dizer que haverá outras candidaturas.


Essa leitura parte da perspectiva no entorno de Tarcísio de que o eleitor em 2026 não quer um candidato de oposição a Lula com sobrenome Bolsonaro, ou um perfil parecido com o de Bolsonaro. Assim como não gostaria de dar mais um mandato a Lula. Segundo pesquisas que chegam ao governador, esses perfis jogariam o país em uma agenda para o passado.

As pesquisas também têm apontado que a alta taxa de desconhecimento nacional de Tarcísio, aliada a uma baixa rejeição, o tornam um candidato favorito para derrotar Lula, justamente porque o petista tem uma alta taxa de conhecimento e uma alta rejeição também.

Essa leitura é compartilhada também pelo partido de Tarcísio, o Republicanos, cujo presidente, Marcos Pereira, rejeitou comparecer na reunião com Flávio e caciques do Centrão na noite desta segunda-feira.

Michelle reage a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência

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Michelle reage a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência



A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) endossou publicamente a candidatura presidencial do enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL), para as eleições de 2026.

Em uma mensagem publicada nos Stories do Instagram, ela desejou sucesso ao herdeiro político da família, declarando: “Que Deus te abençoe, Flávio Bolsonaro, nesta nova missão pelo nosso amado Brasil. Que o senhor te dê sabedoria, força e graça em cada passo, e que a mão dele conduza o teu caminho para o bem da nossa nação”.

Michelle reage a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência em 2026 (Foto: Instagram)

Flávio Bolsonaro agradece Michelle mes



Flávio Bolsonaro agradece Michelle mesmo após rusga

Quanto ao apoio público da madrasta, o senador agradeceu  e assumiu o compromisso, afirmando que se coloca “diante de Deus e diante do Brasil para cumprir essa missão. E sei que Ele irá à frente, abrindo portas, derrubando muralhas e guiando cada passo dessa jornada”.

A indicação de Flávio pelo ex-presidente Jair Bolsonaro consolida uma estratégia de sucessão familiar, mas seu caminho até a eleição não será sem obstáculos.


Isso porque a escolha dele enfrenta resistência significativa dentro da própria base política bolsonarista. Aliados próximos a Michelle e setores influentes do Partido Liberal (PL) veem a candidatura com ceticismo, preferindo nomes com maior apelo técnico ou de perfil menos associado ao núcleo familiar.

Essa tensão interna aumentou ainda mais quando o diretório estadual do PL no Ceará declarou apoio a Ciro Gomes (PSDB), uma movimentação que desagradou profundamente Michelle e gerou um embate público com seus enteados.

Embora o partido tenha suspendido posteriormente o apoio a Ciro, o episódio revelou rachaduras significativas. A nomeação de Flávio, portanto, ocorre em um contexto de disputas pelo controle do projeto político e pela lealdade do eleitorado de direita.

Ciro se reúne com bolsonaristas no Ceará e sinaliza aliança contra o PT em 2026

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Quinta coluna, a máscara caiu de vez.
Ciro se reúne com bolsonaristas no Ceará e sinaliza aliança contra o PT em 2026

Durante a reunião, ex-ministro destacou o nome de Alcides Fernandes (PL) para o Senado, afirmando que ele é um 'homem decente, de fé'.
O ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) se reuniu na manhã desta terça-feira, 6, com lideranças bolsonaristas do PL, União Brasil e Progressistas do Estado e sinalizou a construção de uma aliança contra o PT nas eleições de 2026.
Ao lado do deputado estadual Alcides Fernandes (PL), pai do deputado federal André Fernandes (PL-CE) - um dos principais defensores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Câmara -, Ciro afirmou que vê no bolsonarista "todos os dotes e qualificações", "um homem decente, de fé", para o Senado em 2026 e desconversou sobre a possibilidade de se lançar pela aliança em formação como candidato ao governo do Estado.
"Alguns amigos muito generosos lembram o meu nome, que não pretendo mais ser candidato a nada. À luz dessa salvação do Ceará, eu não posso me eximir de cumprir o papel. Não desejo ser candidato. O meu partido tem candidato que acha que está qualificado, que é o Roberto Cláudio", afirmou Ciro em entrevista após encontro reservado com Alcides Fernandes e lideranças bolsonaristas na Assembleia Legislativa do Ceará.
Os novos aliados veem em Ciro um nome capaz de disputar o comando do Palácio da Abolição, sede do governo estadual, contra o atual governador Elmano de Freitas (PT) nas próximas eleições. O ex-chefe do Executivo cearense, no entanto, é reticente em avançar as discussões.
Um dos entraves é o desejo do ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (PDT) em disputar o comando do Estado. Cláudio se reuniu com o presidente do partido, Carlos Lupi, ex-ministro da Previdência do governo Lula, em fevereiro deste ano, e recebeu "carta branca" para formar as alianças para o próximo pleito, inclusive com a direita, segundo pedetistas.

Eduardo Paes lidera com folga disputa para o governo do Rio de Janeiro

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Eduardo Paes lidera com folga disputa para o governo do Rio de JaneiroO prefeito do Rio, Eduardo Paes Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O prefeito Eduardo Paes lidera confortavelmente a disputa pelo governo do estado, distante de todos os outros prováveis adversários. Segundo pesquisa do Instituto Paraná, divulgada nessa segunda-feira (7), o alcaide carioca tem 48,9% das intenções de voto, em cenário com Tarcísio Motta , 8,7%; Landin, ex-presidente do Flamengo, 8,5%; Rodrigo Bacellar, 8,2%; Thiago Pampolha, 3,6% e Italo Marsili, 1,0%.

Num outro cenário, Paes bate 49,9% e Washington Reis aparece com 9,5%; Landin, 8,9%; Tarcisio Motta, 8,9% e Italo Marsíli, 1,6%.

O instituto mediu a avaliação do governo de Cláudio Castro. Ótimo e Bom registram 28,4%; Regular, 35,1% e Ruim e Péssima, 35,1%; Não sabe e Não opinou, 1,5%.

Foram ouvidas 1680 pessoas, em 60 municípios fluminenses, entre os dias 31 de março e 4 de abril, com margem de erro de 2,4% e grau de confiança de 95%.