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A decisão teve como origem o evento Cultura com Lula, realizado em 23 de setembro na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. O encontro reuniu dezenas de nomes da música, do cinema e do teatro e teve apresentações artísticas ao longo da programação.
Nunes Marques citou números musicais de Pixulé, Xamã e João Gil, além de apresentações realizadas antes da chegada de Lula. Na avaliação do ministro, essas intervenções foram incorporadas à programação para ocupar e animar o público durante o ato.
O presidente do TSE também determinou a retirada do vídeo do evento publicado no YouTube. A campanha terá 12 horas para cumprir a ordem e poderá republicar o material depois de retirar os trechos considerados irregulares. A multa prevista é de R$ 10 mil por trecho mantido.
Duas publicações no Instagram com registros das apresentações também deverão ser retiradas. A reutilização desses trechos em novas peças de campanha foi igualmente proibida.
O pedido para apresentação de documentos sobre cachês, aluguel da Fundição Progresso e outros gastos não foi decidido nesta etapa. Esse ponto será analisado depois da manifestação da defesa de Lula.
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