Atualidades

Mostrando postagens com marcador Flávio Bolsonaro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Flávio Bolsonaro. Mostrar todas as postagens

O histórico de Flávio Bolsonaro com milicianos

 O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política

Adriano da Nóbrega, Major Ronald e Peixe: veja histórico de Flávio Bolsonaro com milicianos



O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro | Crédito: Agência Senado

Flávio Bolsonaro é investigado por lavagem de dinheiro com advogado

O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política

Inquérito apura relação do senador e candidato à Presidência com Willer Tomaz, alvo da Operação Sem Desconto, sobre as fraudes no INSS
Flávio Bolsonaro é investigado por lavagem de dinheiro com advogado

Aliados tentam consertar primeira bobagem dita por Flávio Bolsonaro no segundo turno

O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política

Aliados tentam consertar primeira bobagem dita por Flávio Bolsonaro no segundo turno



A declaração de Flávio Bolsonaro (PL) de que pretende aproveitar a nova composição do Congresso para “mudar a Constituição” provocou preocupação no meio político. Aliados do candidato buscam interlocutores para tentar esclarecer o sentido da fala, ou seja, reduzir os efeitos de mais esta bobagem dita pelo filho de Jair Bolsonaro (PL). As informações são da jornalista Malu Gaspar, de O Globo.
Durante um ato de campanha em Goiânia, realizado após receber o apoio do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), Flávio afirmou que o resultado das eleições para o Congresso criou condições para que uma eventual Presidência possa promover mudanças constitucionais. A frase sinaliza claramente um golpe.
“O Brasil já me deu um Congresso muito mais à direita do que é hoje. Com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara. Para a gente mudar a Constituição, para a gente redemocratizar esse país. Para as instituições voltarem a respeitar a Constituição”, declarou.
A fala repercutiu no sistema político diante da possibilidade de que o candidato esteja se referindo a mudanças de maior alcance nas instituições. Segundo a coluna, aliados de Flávio passaram a explicar que não haveria, na declaração, referência a qualquer iniciativa de ruptura institucional. A justificativa apresentada é que ele estaria falando de propostas que já constam de seu programa de governo.
Entre essas medidas estão uma reforma do Judiciário, a redução da maioridade penal e o fim da reeleição para presidente da República.
Maioria do PL facilita tramitação de PECs
O resultado do primeiro turno ampliou a presença do PL no Congresso. O partido elegeu 121 deputados federais e passou a ter 28 senadores. A nova composição aumenta o peso da legenda nas negociações parlamentares e pode facilitar a construção de maiorias para propostas de alteração constitucional.
Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), entretanto, exige votação em dois turnos na Câmara e no Senado e aprovação de três quintos dos integrantes de cada Casa. Isso corresponde atualmente a 308 deputados e 49 senadores.
Uma das propostas defendidas por Flávio envolve o Judiciário. O programa de governo do candidato prevê mudanças nas regras de funcionamento do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo restrições às decisões monocráticas e o fim das chamadas competências criminais originárias da Corte.
A proposta também prevê alterações no foro de julgamento de parlamentares e outras autoridades. Pela ideia apresentada, determinados processos poderiam passar a tramitar em instâncias como os Tribunais Regionais Federais e o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Os detalhes da reforma, porém, ainda não foram apresentados integralmente.
Redução da maioridade penal
Na área de segurança pública, Flávio defende a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Durante o discurso em Goiânia, o candidato também fez referência ao tema ao falar sobre sua política de segurança.
Uma PEC com essa finalidade foi aprovada em junho pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, com apoio do PL, mas ainda precisa ser analisada pelo plenário.
Fim da reeleição
Outra mudança constitucional defendida por Flávio é o fim da reeleição para presidente. O programa de governo afirma que já existe uma PEC sobre o assunto apresentada no Senado pelo próprio candidato.
A proposta, porém, não é exclusiva do grupo político de Flávio. O fim da reeleição já foi defendido anteriormente por Lula e por Jair Bolsonaro.
Em 2018, durante a campanha presidencial, Jair Bolsonaro afirmou que apoiaria o fim da reeleição e que a regra deveria começar a valer para o próprio mandato, caso fosse eleito. Depois de assumir a Presidência, contudo, a mudança não foi implementada.

Notas fiscais de R$ 1,5 mi conectam Flávio Bolsonaro a empresas do esquema de Vorcaro

O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política



Notas fiscais de R$ 1,5 mi conectam Flávio Bolsonaro a empresas do esquema de Vorcaro
O escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do qual ele é único sócio, emitiu três notas fiscais totalizando R$ 1,5 milhão para duas empresas conectadas à estrutura financeira de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

De acordo com apuração do Metrópoles, as notas foram emitidas em abril de 2025: duas delas, destinadas à Copenhagen Consultoria e Assessoria S.A., foram canceladas no mesmo dia; a terceira, para a Contábil Correa, permanece sem cancelamento registrado.

As empresas têm em comum um único controlador, o contador Rogério Lourenço Novo, e estão inseridas em uma teia societária investigada pela Polícia Federal (PF) por movimentação e ocultação de patrimônio do grupo Vorcaro.

Ainda segundo o Metrópoles, as duas primeiras notas, de R$ 500 mil cada, foram emitidas em 7 de abril de 2025 e tinham como destinatária a Copenhagen Consultoria e Assessoria S.A. O objeto declarado era a prestação de serviços de consultoria jurídica. Ambas foram canceladas na mesma data em que foram geradas.

Dois dias depois, em 9 de abril, o escritório emitiu uma terceira nota, também de R$ 500 mil, desta vez para a Contábil Correa. Não há registro de cancelamento dessa última.

A Copenhagen Consultoria não tem sede própria nem site. Na Receita Federal, está registrada no mesmo endereço da Contábil Correa: um prédio comercial em São Caetano do Sul, no ABC paulista.

O fato de uma empresa destinatária de notas fiscais de alto valor não possuir estrutura física identificável é um dos elementos que reforçam o perfil de empresa de fachada atribuído à Copenhagen no contexto do esquema investigado.

Conexões com Vorcaro e Banco Master

O elo entre as duas empresas que receberam as notas do escritório de Flávio Bolsonaro é o contador Rogério Lourenço Novo. Segundo o Metrópoles, ele aparece na Receita Federal como único diretor responsável pela Copenhagen e único sócio da Contábil Correa.

Ele também figura como membro efetivo do conselho fiscal da Ambipar, outra empresa presente na teia societária de Vorcaro.

O histórico do contador acrescenta peso ao quadro. Rogério Lourenço Novo já foi investigado pela PF por, supostamente, operar um esquema de notas fiscais falsas, usando empresas de fachada para evadir impostos entre 2013 e 2015, com fraude estimada em mais de R$ 100 milhões.

A Copenhagen, por sua vez, foi criada em novembro de 2024 com capital social de apenas R$ 40 e, mesmo assim, tornou-se uma das dez empresas que mais receberam recursos do Banco Master: Daniel Vorcaro depositou R$ 58 milhões na empresa, com os primeiros aportes, de R$ 11,2 milhões, realizados logo após sua abertura.

No papel, a Copenhagen pertence ao fundo de investimentos Estônia, administrado pela Trustee DTVM, gestora também investigada pela PF por movimentar e ocultar patrimônio do grupo de Vorcaro.

A revelação amplia o escopo das conexões já conhecidas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. O que se sabia até então era que o senador havia obtido recursos do dono do Banco Master para financiar o filme do pai, no contexto da crise envolvendo a produtora Dark Horse.

Defesa de Flávio Bolsonaro

Em nota enviada ao Metrópoles, Flávio Bolsonaro confirmou ter firmado contrato de prestação de serviços de assessoria jurídica com a BR Global, nome fantasia da Contábil Correa Contabilidade e Auditoria Ltda.

Segundo ele, a empresa atenderia mais de 200 clientes em São Paulo. O senador disse ter sido consultado sobre a possibilidade de prestar serviços também à Copenhagen Assessoria, descrita como cliente da BR Global, mas afirmou que a contratação não avançou e que seu escritório não recebeu nenhum valor da Copenhagen, razão pela qual as notas foram canceladas.

“Não tenho e jamais tive conhecimento de qualquer relação ou vinculação entre a BR Global ou a Copenhagen e o Master. Qualquer tentativa de me associar a este banco é capciosa, desprovida de qualquer fundamento fático e será tratada com as medidas judiciais cabíveis, nas esferas cível e criminal, contra quem lhe der causa”, destacou.

Flávio Bolsonaro também alegou, na mesma nota, a suspeita de que seus dados teriam sido vazados por “órgãos governamentais, com fins eleitoreiros”, argumentando que, por não ser investigado formalmente, suas informações seriam sigilosas e não deveriam estar acessíveis.

A alegação de vazamento político, contudo e como sempre, não é acompanhada de qualquer evidência apresentada pelo senador. O que os documentos mostram, segundo a apuração, é que o escritório de um presidenciável emitiu notas de alto valor para empresas cujo controlador comum tem histórico de investigação por fraude fiscal e está inserido em uma estrutura societária sob escrutínio da Polícia Federal.
https://twitter.com/i/status/2080016045562007588

Maioria dos brasileiros culpa tarifaço dos EUA a Flávio Bolsonaro

O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política


Maioria dos brasileiros atribui responsabilidade por tarifaço dos EUA a Flávio Bolsonaro, aponta Genial/Quaest
Levantamento foi realizado entre os dias 10 e 13 de julho, antes de Washington confirmar a imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros
Uma pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira aponta que a maioria dos brasileiros atribui a responsabilidade pela imposição de tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros a Flávio Bolsonaro (PL). O instituto questionou os entrevistados com quem eles mais concordavam no embate político sobre a medida da gestão de Donald Trump: 51% citaram o presidente Lula (PT) e 30%, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O levantamento foi realizado entre os dias 10 e 13 de julho, antes de Washington bater o martelo sobre a imposição das tarifas de 25% aos produtos brasileiros, nesta quarta. Na sondagem, os entrevistadores questionaram se a responsabilidade foi do pré-candidato à Presidência do PL, ao pedir a Trump a sanção contra o Brasil, como alega Lula, ou se foi do atual presidente e pré-candidato à reeleição, por "provocar" os Estados Unidos, como argumenta o senador.



Flávio Bolsonaro pede desculpas a Michelle e fala em 'gesto não correspondido'

O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política


Ex-primeira-dama publicou vídeo em que afirma ter sido 'humilhada' pelo senador.

Blog do Magal



O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou, no fim da noite desta quarta-feira (24), uma carta aberta em resposta à Michelle Bolsonaro (PL-DF) após a ex-primeira-dama divulgar um vídeo relatando ter sido humilhada pelo enteado. A manifestação do pré-candidato à Presidência ocorre horas após ele ironizar e minimizar a situação.
Durante uma live antes do início do jogo da seleção brasileira contra a Escócia, Flávio já havia declarado que "nada nem ninguém" o aborrece. Já no texto, o pré-candidato diz que "nunca" desrespeitou, maltratou e humilhou uma mulher na vida. "Jamais o faria com a esposa do meu próprio pai".
"Em nenhum momento ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se o fiz em algum momento, mais uma vez, peço desculpas. Tenho por ela respeito e reconhecimento pelo trabalho no PL Mulher, pelo cuidado com meu pai e por tudo o que representa para o Brasil," disse o senador.

As divergências entre ele e Michelle são parte de um processo natural, argumenta Flávio. Mas mesmo que "pessoas comprometidas com o mesmo propósito enxerguem caminhos diferentes para chegar ao melhor resultado", o foco seria "livrar" o Brasil "de Lula e do PT".

O senador disse ainda que tentou convidar a ex-primeira-dama para participar de uma reunião com as lideranças femininas conservadoras, mas que ela não atendeu a ligação nem respondeu a mensagem. 
"Hoje (quarta) pela manhã, eu mesmo fiz questão de ligar para Michelle e convidá-la, pessoalmente. Fiz mais um gesto não correspondido. Não atendeu. Deixei mensagem. Também não retornou. Para minha surpresa, na tarde de hoje ela publicou o vídeo."

Michelle reage a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência

O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política

Michelle reage a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência



A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) endossou publicamente a candidatura presidencial do enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL), para as eleições de 2026.

Em uma mensagem publicada nos Stories do Instagram, ela desejou sucesso ao herdeiro político da família, declarando: “Que Deus te abençoe, Flávio Bolsonaro, nesta nova missão pelo nosso amado Brasil. Que o senhor te dê sabedoria, força e graça em cada passo, e que a mão dele conduza o teu caminho para o bem da nossa nação”.

Michelle reage a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência em 2026 (Foto: Instagram)

Flávio Bolsonaro agradece Michelle mes



Flávio Bolsonaro agradece Michelle mesmo após rusga

Quanto ao apoio público da madrasta, o senador agradeceu  e assumiu o compromisso, afirmando que se coloca “diante de Deus e diante do Brasil para cumprir essa missão. E sei que Ele irá à frente, abrindo portas, derrubando muralhas e guiando cada passo dessa jornada”.

A indicação de Flávio pelo ex-presidente Jair Bolsonaro consolida uma estratégia de sucessão familiar, mas seu caminho até a eleição não será sem obstáculos.


Isso porque a escolha dele enfrenta resistência significativa dentro da própria base política bolsonarista. Aliados próximos a Michelle e setores influentes do Partido Liberal (PL) veem a candidatura com ceticismo, preferindo nomes com maior apelo técnico ou de perfil menos associado ao núcleo familiar.

Essa tensão interna aumentou ainda mais quando o diretório estadual do PL no Ceará declarou apoio a Ciro Gomes (PSDB), uma movimentação que desagradou profundamente Michelle e gerou um embate público com seus enteados.

Embora o partido tenha suspendido posteriormente o apoio a Ciro, o episódio revelou rachaduras significativas. A nomeação de Flávio, portanto, ocorre em um contexto de disputas pelo controle do projeto político e pela lealdade do eleitorado de direita.

Piada de Michelle sobre impotência de Bolsonaro azedou relação com Flávio

O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política


Briga de Flávio e Michelle Bolsonaro começou por piada dela sobre impotência, diz jornal
Piada de Michelle  sobre impotência de Bolsonaro azedou relação com Flávio

Situação constrangedora teria ocorrido pouco depois da prisão de Jair Bolsonaro. O filho mais velho ficou furioso após madrasta acabar com fama de “imbrochável” do pai
O Brasil acompanha nos últimos dias a novela do racha e da queda de braço entre os herdeiros do espólio eleitoral de Jair Bolsonaro (PL), uma grande confusão notadamente protagonizada pela esposa do ex-presidente criminoso, Michelle Bolsonaro, e pelos três filhos mais velhos dele, especialmente o primogênito, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O que não era conhecido até o momento é o motivo da mais nova ignição que incendiou o clã que lidera a extrema direita nacional.
Mas esse mistério foi desvendado e a razão é constrangedora, como tudo que envolve a família do golpista. Segundo o jornal O Globo, do Rio de Janeiro, numa reunião realizada dias após a prisão de Bolsonaro [decretada na manhã de 22 de novembro em caráter ainda preventivo, para da início dias depois ao cumprimento formal da pena], numa reunião da cúpula do PL, Michelle teria feito declarações em tom jocoso sobre a suposta virilidade e inabalável disposição erétil do marido.

A matéria do veículo de imprensa da família Marinho relata que a coisa já começou a ficar estranha no encontro quando Michelle revelou que o apelido íntimo do esposo era “meu galo”, por ele adorar comer milho cozido. As caras e bocas dos participantes já teriam revelado um mal-estar com a fala. Na sequência, a ex-primeira-dama teria arrematado afirmando que, "agora com Bolsonaro na cadeia", ele “teria que provar que é imbrochável mesmo”.

A partir daí, o que se sabe é que Flávio ficou possesso. Ele teria pedido a palavra e dito que aquele não era um momento para se falar esse tipo de coisa, pois “a reunião poderia estar sendo gravada”, e que, se tal fato [a impotência sexual] viesse a público, poderia “ser algo danoso” para imagem de seu pai. O climão se instalou imediatamente e a impressão clara que ficou para todos na cúpula do PL é que a coisa iria escalar em breve. 

Dito e feito: poucos dias depois Michelle já implodia um acordo da legenda com o ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes (PSDB), no Ceará, desafiando a autoridade dos filhos do ex-presidente condenado.