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Lula reune uma multidão no Centro de BH
O histórico de Flávio Bolsonaro com milicianos
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Adriano da Nóbrega, Major Ronald e Peixe: veja histórico de Flávio Bolsonaro com milicianos
O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro | Crédito: Agência Senado
Lula desafia Flávio Bolsonaro a abrir sigilos bancário e telefônico antes do 2º turno
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Presidente propôs que ambos autorizem acesso aos dados financeiros e telefônicos e entreguem os documentos à Justiça antes do segundo turno.
“Eu desafio você e eu, amanhã, amanhã, abrirmos a nossa conta bancária, abrirmos nosso sigilo telefônico, para que o povo brasileiro saiba quem é ladrão nesse país”, declarou o presidente.
O petista argumentou que a apresentação dos documentos permitiria esclarecer as acusações de corrupção que marcaram o confronto entre os presidenciáveis.
Lula estende desafio aos familiares
O presidente também propôs que a medida alcançasse os familiares dos dois candidatos, ampliando o acesso às informações financeiras e telefônicas.
“Eu abro da minha família inteira e você abre da sua família”, afirmou Lula.
Durante a intervenção, o presidente sugeriu encaminhar os documentos ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que fossem examinados antes da votação.
A proposta foi apresentada como uma forma de permitir que a população conhecesse os resultados da análise dos documentos antes de decidir seu voto.
Presidente cobra explicações sobre patrimônio
O desafio também foi acompanhado de uma cobrança sobre o patrimônio de Flávio Bolsonaro, tema mencionado anteriormente durante o debate.
“Eu perguntei da casa, você não explicou”, afirmou Lula, ao retomar o questionamento dirigido ao senador.
O presidente insistiu na necessidade de esclarecer as suspeitas apresentadas durante a campanha e afirmou que os eleitores não deveriam ser induzidos ao erro por acusações sem esclarecimento.
“Porque, senão, o povo vai ser enganado outra vez”, declarou.
O debate entre Lula e Flávio foi marcado por confrontos envolvendo o Banco Master, investigações sobre familiares dos candidatos e acusações relacionadas à corrupção.
Na parte final de sua intervenção, Lula voltou a dirigir o desafio ao adversário e perguntou se ele estaria disposto a solicitar a abertura dos sigilos já no dia seguinte.
A mediadora interrompeu a fala para informar que o tempo havia terminado. No trecho da gravação analisado, Flávio Bolsonaro não chegou a responder à proposta apresentada pelo presidente.
Manifestações pró-Lula acendem alerta e causam preocupação na campanha de Flávio Bolsonaro
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Por Cleber Lourenço
As manifestações de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que levaram milhares de pessoas às ruas em diferentes regiões do país, ampliaram a pressão por mobilização no bolsonarismo. Nesta segunda-feira (12), Carlos Bolsonaro e o influenciador Paulo Figueiredo cobraram maior empenho dos aliados na campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), enquanto o candidato tenta evitar um clima de vitória antecipada a menos de duas semanas do segundo turno.
No domingo (11), foram registradas 156 ações favoráveis à reeleição de Lula em 76 cidades brasileiras, segundo levantamento do Comitê Popular de Luta. A principal manifestação ocorreu na Avenida Paulista, em São Paulo, onde a campanha petista estimou a presença de aproximadamente 1 milhão de pessoas. A PM de Tarcísio de Freitas, que sempre faz uma estimativa de público, não atuou na manifestação pró-lula.
A manifestação ocupou sete quarteirões da Paulista e teve forte participação de jovens, estudantes, movimentos sociais, artistas e comunidades de fãs de estrelas da música pop. Lula participou do ato acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), de governadores e de outras lideranças políticas.
Nesta segunda-feira, milhares de apoiadores voltaram às ruas, desta vez na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro. A manifestação ocupou cerca de sete quarteirões da Avenida Atlântica, com bandeiras, cartazes e palavras de ordem em defesa da reeleição do presidente. Lula não participou do evento.
A sequência de atos também incluiu mobilizações em cidades como Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Vitória , Salvador e Campinas. Em São Paulo, o estado com mais atividades registradas no domingo, foram contabilizadas 28 ações. O Rio Grande do Sul teve 20, enquanto Bahia e Goiás registraram dez cada um.
Bolsonaristas cobram reação e ameaçam expor aliados
Em meio à mobilização dos apoiadores de Lula, Carlos Bolsonaro publicou uma mensagem em letras maiúsculas para advertir que a eleição ainda não está decidida.
“Repito insistentemente! Não há nada ganho e todos precisamos nos mobilizar em todas as frentes para proteger a verdade, porque se Lula e sua organização continuarem no poder não haverá nem 2030”, escreveu.
Carlos também afirmou que, se Flávio não vencer em 25 de outubro, o Brasil continuará caminhando para uma “Nicarágua sem retorno”, em referência ao regime autoritário comandado por Daniel Ortega.

A cobrança mais dura partiu de Paulo Figueiredo, que direcionou suas críticas a deputados, senadores e governadores já eleitos no primeiro turno. Segundo ele, parte desses políticos deixou de trabalhar pela candidatura presidencial de Flávio.
“Sabe o que me deixa PUTO da vida? Os deputados, senadores e governadores que estão eleitos e resolveram DESCANSAR e pararam de fazer campanha”, afirmou.
Figueiredo anunciou que passará a divulgar publicamente os nomes dos políticos que, em sua avaliação, não estão contribuindo para a campanha. A ameaça amplia a pressão sobre aliados que já garantiram seus mandatos, mas dos quais o bolsonarismo espera participação ativa na disputa presidencial.

Outros integrantes do grupo também intensificaram os apelos por mobilização. No grupo de Whatsapp “tropa do Flávio”, o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) pediu que os apoiadores não esperassem a vitória sem trabalhar por ela enquanto Nikolas Ferreira (PL-MG), por sua vez, anunciou atividades em municípios mineiros para ampliar a votação de Flávio no segundo turno.
Flávio tenta conter clima de vitória antecipada
As cobranças ocorrem depois de o próprio Flávio Bolsonaro demonstrar preocupação com a possibilidade de seus aliados diminuírem o ritmo da campanha.
No domingo, durante um encontro com lideranças políticas em São Paulo, o candidato pediu empenho na reta final e alertou para os riscos de considerar a disputa resolvida. A reunião contou com a participação do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e de prefeitos aliados.
O contraste entre as campanhas ficou evidente no fim de semana. Enquanto Lula participava de uma manifestação de rua na Paulista, Flávio reunia lideranças políticas para reforçar sua articulação eleitoral.
A campanha bolsonarista também prepara uma manifestação na Avenida Paulista para o próximo domingo (18), uma semana antes da votação. O evento, chamado de “Bloquinho 22”, foi divulgado por Flávio e seus aliados como parte do esforço de mobilização.
A movimentação ocorre em uma disputa na qual Flávio terminou o primeiro turno à frente de Lula, mas ainda precisa conquistar votos para garantir a Presidência. Para o petista, a mobilização nas ruas é uma das apostas para reduzir a abstenção, recuperar eleitores e ampliar sua votação.
Extremistas atacam evento pró Lula no Rio de Janeiro
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Polícia abre investigação sobre ataque em ato pró-Lula
Douglas Ruas promete governar para todos após confirmação da vitória
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Governador eleito ainda no primeiro turno, Douglas Ruas cumpriu agenda ao lado de Flávio Bolsonaro e agradeceu aos eleitores do RJDivulgação
Carreata em São Gonçalo e apoio a Flávio Bolsonaro
Durante o evento, Ruas agradeceu o apoio recebido na eleição estadual e convocou os participantes a se mobilizarem em torno da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, cujo segundo turno está marcado para 25 de outubro.
“Eu agradeço a cada um de vocês que confiaram na mudança para o estado do Rio de Janeiro e nós vencemos a eleição no primeiro turno.
Aliados tentam consertar primeira bobagem dita por Flávio Bolsonaro no segundo turno
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Nunes Marques barra shows em atos de Lula até o fim da eleição a pedido de Flávio
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A decisão teve como origem o evento Cultura com Lula, realizado em 23 de setembro na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. O encontro reuniu dezenas de nomes da música, do cinema e do teatro e teve apresentações artísticas ao longo da programação.
Nunes Marques citou números musicais de Pixulé, Xamã e João Gil, além de apresentações realizadas antes da chegada de Lula. Na avaliação do ministro, essas intervenções foram incorporadas à programação para ocupar e animar o público durante o ato.
O presidente do TSE também determinou a retirada do vídeo do evento publicado no YouTube. A campanha terá 12 horas para cumprir a ordem e poderá republicar o material depois de retirar os trechos considerados irregulares. A multa prevista é de R$ 10 mil por trecho mantido.
Duas publicações no Instagram com registros das apresentações também deverão ser retiradas. A reutilização desses trechos em novas peças de campanha foi igualmente proibida.
O pedido para apresentação de documentos sobre cachês, aluguel da Fundição Progresso e outros gastos não foi decidido nesta etapa. Esse ponto será analisado depois da manifestação da defesa de Lula.






