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Flávio Bolsonaro é investigado por lavagem de dinheiro com advogado

O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política

Inquérito apura relação do senador e candidato à Presidência com Willer Tomaz, alvo da Operação Sem Desconto, sobre as fraudes no INSS
Flávio Bolsonaro é investigado por lavagem de dinheiro com advogado

Caso Isabelle Caracristi

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Caso Isabelle Caracristi: namorado de jovem achada morta em condomínio foi preso por suspeita de induzi-la ao suicídio e por não colaborar com a investigação.


João Munhoz Neto também é suspeito de violência psicológica contra a namorada. A prisão preventiva dele foi mantida pela Justiça, em audiência de custódia.João Munhoz Neto, namorado de Isabelle Caracristi preso na última terça-feira (22), é suspeito de violência psicológica contra a namorada e de indução ao suicídio, divulgou a Polícia Civil em coletiva de imprensa, realizada nesta quarta-feira (23). 


O suspeito também não colaborou com as investigações da morte, segundo o delegado-geral Márcio Gutierrez.A prisão preventiva de João Munhoz foi mantida pela Justiça Estadual, em audiência de custódia realizada também nesta quarta.

A investigação da Polícia Civil aponta que a morte de Isabelle Caracristi, ocorrida na noite de 13 de setembro, foi motivada por precipitação voluntária (suicídio) do rooftop do prédio localizado no bairro Aldeota. O corpo teve múltiplas lesões com a queda, mas não apresentava sinais de violência. Porém, a polícia disse que outras possibilidades ainda não foram completamente descartadas e que o caso permanece em investigação.xxxOs investigadores encontraram indícios de violência psicológica e de comportamento controlador por parte de João Munhoz, que teria causado constrangimentos a Isabelle e buscado afastá-la do convívio com outras pessoas. A polícia não informou se são esses indícios que corroboram a suspeita de indução ao suicídio. xxxxx"Os depoimentos apontam relacionamento abusivo, violência psicológica. Inclusive, isso foi levado em consideração no momento da prisão. As informações prestadas por testemunhas e obtidas também através da investigação da Polícia Civil apontam que o João mantinha ali uma relação de controle, de limitação de ir e vir. Temos depoimentos que afirmam que a Isabelle não podia sequer Ir sozinha na farmácia, descer do escritório", detalhou Márcio Gutiérrez.

O delegado-geral revelou também que depoimentos apontam que, no dia seguinte à morte de Isabelle, João Munhoz foi até o condomínio onde morava com a universitária em busca do celuar dela. Segundo os relatos, o apartamento teria sido limpo e colocado à venda.
João ainda teria proibido a entrada de familiares de Isabelle no imóvel e deixado o local carregando malas. Nos dias seguintes à morte, ele não constituiu advogado e mudou de endereço. Só 8 dias após a morte, o bacharel em Direito compareceu à delegacia, acompanhado de advogada.

Justiça torna réus cinco acusados pela morte de ciclista em Copacabana

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Presos acusados de espancar, Cláudio Rafael Landeiro, em Copacabana, são transferidos da 12 delegacia para o presídio de Benfica, na Zona norte do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (21).



Acusados tiveram prisão preventiva decretada; foragido no Paraguai foi incluído na Difusão Vermelha da Interpol pela Justiça


A Justiça do Rio aceitou a denúncia do Ministério Público contra cinco acusados pela morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, de 37 anos, em Copacabana, na Zona Sul. Com a decisão, Davi Santos Machado, Jorge Luiz Ricardo Dias, Felipe Eduardo dos Santos Silva, Ailton José da Silva e Wellington Luiz Santos de Souza passaram à condição de réus em uma ação penal por homicídio qualificado. O caso aconteceu em 12 de agosto, quando Cláudio foi agredido após ser acusado de furtar uma bicicleta.

A decisão judicial também determinou a prisão preventiva dos cinco envolvidos. Segundo o entendimento do juiz, a medida busca resguardar a ordem pública, evitar a possibilidade de novos crimes e garantir a proteção de testemunhas durante o andamento do processo. Os quatro primeiros acusados já haviam sido presos durante as investigações. Wellington, por outro lado, deixou o país e está foragido.

De acordo com as informações apresentadas à Justiça, a acusação é sustentada por imagens de câmeras de segurança, laudos periciais e depoimentos reunidos durante a investigação. Os elementos apontam para uma sequência de agressões físicas contra Cláudio. O Ministério Público havia denunciado os cinco por homicídio qualificado por motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

O ciclista foi espancado com socos, chutes e pauladas e continuou sendo agredido mesmo após cair no chão. Ele chegou a ser levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon, mas não resistiu aos ferimentos. Exame do Instituto Médico Legal identificou hemorragia interna, traumatismo craniano e lesões no baço e no rim esquerdo provocadas por ação contundente.
Foragido
Wellington Luiz Santos de Souza fugiu para o Paraguai em agosto, segundo a decisão. Por isso, a Justiça determinou a inclusão do nome dele na Difusão Vermelha da Interpol. O mecanismo é utilizado para solicitar a localização e a prisão provisória de pessoas procuradas pelas autoridades de um país, com possibilidade de posterior pedido de extradição.
A Polícia Civil havia indiciado 13 pessoas por envolvimento no episódio. Além dos cinco apontados pelo homicídio, outros oito foram relacionados a condutas como omissão de socorro, lesão corporal e exercício irregular da profissão de segurança. Conforme o MPRJ, esses casos serão analisados em procedimento separado.

A investigação também apontou a existência de uma estrutura informal de segurança de rua em Copacabana, formada por pessoas que recebiam pagamentos de comerciantes da região. Os cinco réus, contudo, são os denunciados pelo homicídio de Cláudio.

Com o recebimento da denúncia, começa a fase de instrução da ação penal, na qual acusação e defesa poderão apresentar provas e testemunhas antes de uma decisão sobre o caso.

Sequestrador de jovem alega que estava doidão com remédio e álcool

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Sequestrador de jovem  alega que estava doidão com remédio e álcool


Câmeras levaram polícia a prender sequestrador de jovem que pulou de carro em movimento; homem alega estar sob efeito de remédio e álcool

Câmeras levaram polícia a prender sequestrador de jovem que pulou de carro em movimento; homem alega estar sob efeito de remédio e álcool
A análise de imagens de câmeras de segurança ajudaram a Polícia Civil a chegar até o carro usado por Anderson Rodrigues Leite, que colocou uma adolescente de 15 anos à força dentro do veículo no Engenho Novo, na Zona Norte do Rio.
Após rastrear o automóvel, a Polícia chegou até o sequestrador. Ele foi localizado na noite desta terça-feira (8), em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, quatro dias depois do crime.
A investigação foi conduzida por agentes da 23ª DP (Méier), da 44ª DP (Inhaúma) e da Divisão Antissequestro (DAS). Os policiais analisaram imagens obtidas durante as diligências e contaram com o apoio da Civitas, Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública da Prefeitura do Rio.
A partir das imagens, os investigadores conseguiram identificar o veículo utilizado na abordagem. O carro, um Ford Fiesta branco, foi posteriormente localizado estacionado em Irajá, também na Zona Norte. Anderson, no entanto, estava na Região dos Lagos.
O suspeito foi encontrado em São Pedro da Aldeia na noite de terça-feira e levado para a 23ª DP, no Méier, onde prestou esclarecimentos. Enquanto ele ainda estava na delegacia, a Polícia Civil pediu à Justiça a prisão temporária. O mandado foi expedido durante a madrugada desta quarta-feira (9), e Anderson acabou preso.
O que o suspeito alegou
Segundo apuração da TV Globo, Anderson declarou, em depoimento, que é motorista de ônibus e afirmou que estava sob efeito da mistura de um medicamento controlado com álcool no momento do crime. A investigação ainda busca esclarecer a motivação da abordagem e o que pretendia fazer com a adolescente.
Anderson foi apontado como responsável pela abordagem ocorrida na noite da última sexta-feira (4). A adolescente voltava da escola pela Rua Dona Romana, no Engenho Novo, por volta das 19h40, quando foi abordada pelo homem.
Segundo o relato da vítima, ela acreditou inicialmente se tratar de um assalto, pois o homem alegou estar armado, e ela entregou o celular. Em seguida, porém, foi puxada para dentro do veículo.
O carro começou a se deslocar e a adolescente, que estava no banco da frente, esperou um momento de distração do suspeito para reagir. Segundo relatos sobre o caso, ela usou spray de pimenta contra o homem e conseguiu abrir a porta do veículo. Em seguida, pulou com o carro ainda em movimento.
A jovem caiu no asfalto, bateu a cabeça e sofreu escoriações. Um carro que vinha logo atrás precisou frear para evitar atropelá-la. Depois de conseguir escapar, ela correu até um condomínio próximo e pediu ajuda.

Laudo conclui que PM Gisele foi assassinada

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Laudo descarta hipótese de suicídio e conclui que PM Gisele foi assassinada
Laudo conclui que PM Gisele foi assassinada

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto é acusado de ter cometido feminicídio contra a ex-mulher em fevereiro de 2026
Imagem: Reprodução/YouTube/Brasil Urgente

A hipótese de suicídio da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi considerada incompatível com os elementos analisados na investigação, apontando que a policial foi assassinada, segundo um laudo complementar do Instituto de Criminalística de São Paulo obtido pelo Estadão.
Segundo a polícia, houve intervenção de uma segunda pessoa na morte de Gisele. O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto é acusado de ter cometido feminicídio contra a ex-mulher em fevereiro de 2026. O jornal entrou em contato com a defesa de Geraldo e aguarda retorno.
Conforme o documento assinado na terça-feira, o instituto identificou divergências materiais determinadas entre a versão inicial apresentada e os vestígios físicos encontrados, além de um estudo detalhado das manchas de sangue na cena, que invalidaram categoricamente a hipótese de suicídio e sustentaram a participação de uma segunda pessoa.
Na segunda-feira, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Reynaldo Soares da Fonseca manteve a prisão de Geraldo em decisão liminar.
Fonseca é o relator do caso no STJ. Na liminar, o magistrado avaliou que é necessário manter a prisão cautelar em razão do risco de interferência na produção das provas e dos indícios de que o militar teria tentado eliminar vestígios e alterar o local onde a mulher foi encontrada morta.
O tenente-coronel foi denunciado pelos crimes de feminicídio e fraude processual. A investigação aponta que, no dia 18 de fevereiro, Geraldo teria segurado a companheira e atirado na cabeça dela após uma discussão. Posteriormente, ele teria deitado o corpo de Gisele no chão e alterado a cena do crime para simular um suicídio, colocando a arma do crime na mão da vítima.
Geraldo Neto foi preso um mês depois do crime, em 18 de março, em São José dos Campos, por determinação da Justiça Militar, após investigação conduzida pela Corregedoria da PM. Atualmente, o réu está detido no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte da capital.
O tenente-coronel sempre negou o crime e sustenta que Gisele teria cometido suicídio após receber a notícia de que o marido queria a separação. A versão é contestada pelos investigadores.
Como denunciar casos de violência
O Ligue 190 é o número de emergência indicado para quem estiver presenciando uma situação de agressão. A Polícia Militar poderá agir imediatamente e levar o agressor a uma delegacia.

Pastor se masturba na frente de criança e é preso na Zona Oeste

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Com mais de 10 anotações por crimes semelhantes, ele deixado o sistema prisional poucos dias antes de cometer o abuso.

Um pastor com 12 anotações por crimes sexuais foi preso em Santa Cruz, na Zona Oeste, nesta quinta-feira (6). De acordo com a Polícia Civil, o homem se masturbou na presença de uma criança, de 8 anos.
Ele já havia sido preso antes por outro caso semelhante, mas deixou a cadeia em 8 de julho. Poucos dias depois, em 24 de julho, uma mulher contou à polícia que encontrou o homem praticando o ato em frente à janela do apartamento dela, expondo as partes íntimas e olhando para o filho, de 8 anos
Após trabalho de inteligência e monitoramento, agentes da 26ª DP (Todos os Santos) localizaram o suspeito e, contra ele, cumpriram um mandado de prisão pelo crime de satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente.
O homem possui anotações por crimes semelhantes desde 2011, tendo como vítimas mulheres, adolescentes e crianças. As investigações ainda revelaram que ele exercia a função de pastor. 


Adolescente descobre que mãe encomendou assassinato de mulher no Paraná e alerta vítima

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Conversa entre mulher e intermediar, de acordo com a Polícia Civil. — Foto: Reprodução



Adolescente descobre que mãe encomendou assassinato de mulher no Paraná e alerta vítima
Caso foi registrado em Abatiá, e mãe foi presa. Conversas apuradas pela Polícia Civil mostram mulher negociando valor e data para pagamento pelo crime.
Uma mulher de 41 anos foi presa em Abatiá, no Norte do Paraná, depois que o filho dela, de 16 anos, descobriu que a mãe planejava encomendar o assassinato de uma funcionária da Casa Lar do município. O jovem procurou a pessoa que seria o alvo e, juntos, realizaram a denúncia.

A prisão preventiva foi realizada nesta sexta-feira (10). O delegado Luís Guilherme Almeida Cerqueira, da Polícia Civil, explicou à RPC, afiliada da TV Globo, que o marido da suspeita está em liberdade e também é investigado por participação na tentativa de homicídio.

Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pela polícia para não identificar o adolescente e a mulher, que foi ameaçada.

Segundo Cerqueira, o crime foi planejado porque a suspeita e o marido perderam a guarda dos três filhos: o adolescente e outras duas crianças, que foram encaminhados à Casa Lar do município.

"As crianças estariam sofrendo maus-tratos, não estariam tendo alimentação adequada, não estariam tendo o ensino adequado e não estariam frequentando a escola. Teria ali a prática de abandono intelectual e maus-tratos", o delegado disse ao explicar o motivo para os pais perderem a guarda dos filhos.
A partir disso, a mulher passou a ter desavenças com as funcionárias do local e a culpá-las pela retirada das crianças.

Como filho descobriu

Mesmo em um local de acolhimento, o adolescente continuou visitando os pais. Em uma das visitas, ele ouviu que a mãe estava encomendando o assassinato de uma das funcionárias da Casa Lar.
Ao saber disso, o menino procurou o celular e encontrou a conversa entre a mãe e o intermediário – uma pessoa que iria passar as instruções ao assassino. Nela, a 
Na troca de mensagens, a suspeita explica onde a funcionária deixa o carro e também negocia a data para o pagamento de R$ 3.000 pelo crime: "Vamos deixar para o dia sete, é o dia em que eu recebo", escreveu.
Em seguida, o filho procurou a mulher que seria vítima do homicídio e contou o que havia lido.