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PF

Delegado Leandro Almada foi contra armação contra eleitores no Nordeste

O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política

delegado Leandro Almada foi contra armação contra eleitores no Nordeste


O delegado Leandro Almada, afastado nesta terça-feira ( da Diretoria de Inteligência da Polícia Federal por decisão do ministro André Mendonça, recusou participar da operação policial articulada às vésperas do segundo turno de 2022 e posteriormente relacionada à trama golpista para dificultar o deslocamento de eleitores, sobretudo no Nordeste.
Cinco dias antes da votação entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), o então ministro da Justiça Anderson Torres foi à Bahia acompanhado do diretor-geral da PF na época, Márcio Nunes, e se reuniu com Almada, que comandava a corporação no estado.
Em depoimento prestado posteriormente à PF, Almada afirmou que Torres e Nunes propuseram uma atuação conjunta da Polícia Federal com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante o segundo turno. O delegado considerou a iniciativa “inadequada” e não aderiu.
Almada relatou ainda que houve pressão para aumentar o número de policiais federais nas ruas, apesar de mais de 70% do efetivo já estar mobilizado. A Bahia era o maior colégio eleitoral do Nordeste e daria 72,12% dos votos válidos a Lula no segundo turno.

Fernando Cerimedo foi preso numa fazenda de BOTS

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Fernando Cerimedo foi preso na Bolívia



Até aí, seria uma história policial gravíssima: o marqueteiro argentino é investigado por tentativa de feminicídio contra a ex-companheira e teve prisão preventiva decretada.
Só que a polícia entrou em cena e encontrou algo especialmente familiar aos brasileiros: UMA FAZENDA DE BOTS. Sim, bots.
Justamente Cerimedo.
O homem que, depois da derrota de Bolsonaro em 2022, apresentou ao bolsonarismo a live “Brazil Was Stolen”, espalhando a fantasia de que determinadas urnas haviam fraudado a eleição.
O homem que a Polícia Federal indiciou no chamado Núcleo de Desinformação e Ataques ao Sistema Eleitoral da investigação sobre a tentativa de golpe.
O homem ligado a Eduardo Bolsonaro e que, ainda em julho deste ano, apareceu novamente com ele repetindo lorotas sobre as urnas brasileiras.
Agora a polícia boliviana encontra uma ESTRUTURA DE MANIPULAÇÃO DIGITAL em imóvel ligado a Cerimedo.
Coincidência? Pode ser. É justamente por isso que existem perícia, investigação e computadores apreendidos.
A pergunta deixou de ser quem Cerimedo conhece. A pergunta passou a ser: O QUE ESSES COMPUTADORES CONHECEM?
Há registros sobre operações no Brasil? Contatos? Financiadores? Orientações? Redes coordenadas? Material relacionado à campanha contra as urnas?
Não sabemos. Mas uma coisa sabemos: durante anos nos disseram que aquela gigantesca máquina de mentiras era apenas a indignação espontânea de cidadãos patriotas na internet.
Pois bem, agora começaram a aparecer as máquinas.
- Julio Benchimol Pinto

o golpe milionário de Paulo Figueiredo

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Um ano e meio após o influenciador bolsonarista Paulo Figueiredo ser condenado por operações fraudulentas no período em que foi CEO da empresa que anunciava a construção de um hotel da rede de Donald Trump no Rio de Janeiro, esta companhia, a LSH Barra, teve sua falência decretada pela Justiça na semana passada. Com isso, institutos de previdência e o fundo de pensão de servidores da Serpro, que investiram quase R$ 200 milhões no empreendimento, ficaram definitivamente no prejuízo.

Paulo Figueiredo golpista


Entre 2014 e 2016, o FIP (Fundo de Investimentos e Participações) LSH, que prometia financiar a construção de um hotel de Trump no Rio, recebeu aportes de dez institutos de previdência estaduais e municipais, os chamados RPPS (Regime Próprio de Previdência Social), liderados pelos de Tocantins (R$ 35 milhões em 2014), Campinas (R$ 15 milhões em 2016) e Campos dos Goytacazes (R$ 40 milhões em 2016). Já o Serpros colocou R$ 56 milhões. Em valores atuais, o rombo chega a R$ 400 milhões.
De acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regula o mercado de capitais brasileiro, o projeto era sustentado por uma operação fraudulenta que combinava a valorização artificial das cotas do fundo com o desvio sistemático de recursos para o patrimônio pessoal de seus idealizadores.
Enquanto CEO e “sócio desenvolvedor”, Paulo Figueiredo teria arquitetado, segundo a CVM, um modus operandi para esvaziar o caixa da companhia investida pelo fundo, a LSH Barra Empreendimentos Imobiliários S.A. Segundo o voto do relator João Accioly, aprovado por unanimidade pelo Colegiado da CVM em dezembro de 2024, Figueiredo utilizou a contratação de prestadores de serviços fictícios para amealhar vantagens financeiras para si e para sua família. Entre as empresas utilizadas para esses desvios estavam a Polaris e a Great Wall, das quais era sócio.
Procurado pela coluna de Demétrio Vecchioli, Figueiredo não respondeu.

Golpista do amor

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Golpe do amor: Como mulher descobriu que namorado era um estelionatário ao pesquisar no Google


A Polícia Civil de São Paulo investiga um homem suspeito de aplicar o chamado golpe do amor. Segundo denúncia, Thiago Cristiano Boch, de 38 anos, é acusado pela ex-namorada de estelionato.

 

A ocorrência foi registrada na última sexta, 19, em Franca no interior do Estado. O Estadão tenta contato com a defesa de Thiago Cristiano Boch. O espaço segue aberto.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o suspeito teria usado os cartões bancários da vítima para compras de produtos e para alugar um automóvel.

Após notar os golpes, a vítima fez uma pesquisa com o nome do rapaz e o sobrenome que ele tem tatuado no corpo e encontrou uma série de denúncias contra o rapaz, segundo revelado por ela em entrevista à TV Globo.

Thiago Cristiano Boch, de 38 anos, é acusado de estelionato contra a ex-namorada em Franca (SP) Foto: Reprodução/Rede Social

“Peguei e joguei Thiago Boch no Google e já veio direto as reportagens que ele tinha mais de 20 casos de estelionatário contra mulheres em Minas Gerais, na Paraíba”, contou a mulher que perdeu R$ 15 mil após cair no golpe do amor.

No crime denominado golpe do amor, o criminoso constrói um vínculo afetivo com a pessoa por meio de aplicativos de namoro com o intuito de obter favores financeiros, bens ou dados sensíveis.

Bolsonaro pçode perder a patente

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Jair Bolsonaro pode virar ex-capitão. O Superior Tribunal Militar julga nesta quarta-feira (24) um recurso da defesa do ex-presidente no processo que pode levar à perda da patente de capitão reformado do Exército.



O caso chegou ao STM depois de Bolsonaro ser condenado pelo STF na ação da trama golpista. A informação sobre o julgamento desta quarta foi publicada pela CNN Brasil e consta na pauta oficial do Superior Tribunal Militar.
Bolsonaro tenta barrar ministro antes de julgamento sobre patente
O recurso de Bolsonaro não decide, neste momento, a perda da patente. A defesa tenta afastar do caso o ministro tenente-brigadeiro do ar Francisco Joseli Parente Camelo, um dos integrantes da Corte militar.

Segundo o STM, o recurso é o Agravo Interno Criminal nº 7000216-38.2026.7.00.0000. Ele foi apresentado depois que a presidente do tribunal, ministra Maria Elizabeth Rocha, negou seguimento, por “manifesta improcedência”, ao pedido de suspeição contra Camelo.

A defesa afirma que o ministro teria se manifestado publicamente sobre militares envolvidos nos atos golpistas. De acordo com a CNN, os advogados citam uma entrevista dada por Camelo ao UOL, em fevereiro de 2023, na qual ele disse que militares seriam punidos caso os processos chegassem ao tribunal e houvesse comprovação de crime.
Agora, caberá ao plenário do STM decidir se mantém ou derruba a decisão de Maria Elizabeth Rocha. Se o recurso for rejeitado, o processo que pode transformar Bolsonaro em ex-capitão segue com Camelo no caso.
Patente de Jair Bolsonaro está sob análise após condenação no STF
A discussão no STM decorre da condenação de Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal. Como mostrou a Fórum, a Corte militar ficou responsável por avaliar os efeitos da condenação sobre a permanência do ex-presidente no oficialato.

O STM não vai reexaminar a condenação criminal nem a pena aplicada pelo STF. A Corte militar analisa se Bolsonaro mantém as condições éticas, morais e profissionais exigidas de um oficial das Forças Armadas.

A regra está prevista na Constituição. O oficial só perde o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou incompatível com ele por decisão de tribunal militar. O oficial condenado a pena privativa de liberdade superior a dois anos, com sentença transitada em julgado, deve ser submetido a esse julgamento.
O próprio STM afirma que a representação por indignidade ou incompatibilidade pode resultar na perda do posto e da patente de oficiais das Forças Armadas. A Corte também informa que esse tipo de processo não serve para revisar a condenação já proferida, mas para decidir sobre a idoneidade de permanência do oficial no posto.

Ex-capitão: o que pode acontecer com Bolsonaro


Se o STM concluir que Bolsonaro é indigno ou incompatível com o oficialato, o ex-presidente poderá perder o posto e a patente de capitão reformado do Exército. Na prática, deixaria de ostentar a condição militar que mantém desde a passagem para a reserva.
A pauta desta quarta também inclui outros processos sobre permanência de militares no oficialato. Segundo o STM, esses julgamentos tratam da preservação da honra, do pundonor militar, do decoro da classe e dos valores disciplinares das Forças Armadas.
O processo de Bolsonaro ganhou força em fevereiro, quando chegaram ao STM pedidos de perda de posto e patente contra militares condenados pela trama golpista. A Fórum mostrou que a análise envolve Bolsonaro e generais ligados ao núcleo da tentativa de golpe.
Antes de decidir se Bolsonaro será ou não ex-capitão, o STM precisa resolver a ofensiva processual da defesa. O julgamento desta quarta, portanto, é uma etapa intermediária, mas pode destravar o caminho para a análise final sobre a patente militar do ex-presidente.

Câmara aprova "anistia" e pena de Bolsonaro cai para 2 anos

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PL da Dosimetria, que prevê redução das penas dos condenados por tentativa de golpe, foi colocado em votação de madrugada por Hugo Motta; proposta vai para o Senado
Câmara aprova "anistia" e pena de Bolsonaro cai para 2 anos


Em uma sessão marcada por autoritarismo, violência física e cerceamento da imprensa, a Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira (10), às 2h26, o texto-base do chamado PL da Dosimetria, projeto que reduz as penas de condenados por tentativa de golpe de Estado. A medida, patrocinada pelo centrão e pilotada por Hugo Motta (Republicanos-PB), abre caminho para que Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses por comandar a trama golpista, deixe a prisão em cerca de 2 anos e 4 meses, segundo cálculos da equipe do relator, Paulinho da Força (Solidariedade-SP).

Apesar de aliados do bolsonarismo insistirem há meses na anistia, o projeto aprovado trata apenas de reduzir penas — embora, na prática, isso equivalha a um benefício direto aos golpistas, inclusive ao próprio ex-presidente. Bolsonaro cumpre pena na superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília desde 22 de novembro, após ter violado a tornozeleira eletrônica, o que levou o ministro Alexandre de Moraes a decretar prisão preventiva ao considerar tentativa de fuga.
A proposta segue agora ao Senado, onde Davi Alcolumbre (União-AP) afirmou que pretende votá-la ainda neste ano.

Violência, autoritarismo e intimidação 

A votação ocorreu após um dia de caos na Câmara. Em protesto contra seu processo de cassação, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) ocupou a Mesa Diretora e foi arrancado à força por policiais legislativos, por ordem direta de Hugo Motta. A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), a deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG), Rogério Correia (PT-MG) e Alencar Santana (PT-SP) também foram agredidos ao tentar proteger Braga. Os parlamentares registraram boletim de ocorrência e fizeram exames de corpo de delito.

Durante o tumulto, a segurança da Casa cortou a transmissão da TV Câmara e expulsou jornalistas do plenário — uma medida inédita e amplamente criticada por líderes do campo progressista. O líder do PT, Lindbergh Farias (PT-RJ), responsabilizou Motta pela escalada autoritária:

"Vossa excelência [Hugo Motta] está perdendo as condições de continuar na presidência dessa Casa... O que vossa excelência fez no dia de hoje é uma vergonha."

A oposição denunciou dois pesos e duas medidas: quando bolsonaristas invadiram e paralisaram a Câmara por 48 horas em agosto, nenhum deles foi removido com violência nem responsabilizado.
Manobra noturna e surpresa até para aliados
A decisão de pautar o projeto havia sido tomada por Motta ainda na manhã de terça (9), pegando de surpresa líderes partidários e até o próprio relator. A votação adentrou a madrugada e terminou às 3h56 com 291 votos a favor e 148 contrários, após derrotar todos os destaques.

A medida estava travada havia meses: o PL insistia na anistia total e o Senado não dava sinais de que votaria o tema. De acordo com parlamentares, uma combinação de pressões do centrão — incomodado com a candidatura presidencial ensaiada por Flávio Bolsonaro — e negociações discretas com figuras do Judiciário destravou a pauta.

Segundo o próprio Paulinho, o texto foi construído “em diálogo com lideranças partidárias e integrantes do STF”, e ele afirma que “não estamos dando anistia. Não tem anistia. As pessoas vão continuar pagando". O relator também declarou: "Vão pensar duas vezes [antes de fazer novamente]".
Porém, para parlamentares governistas e juristas críticos ao projeto, a redução na prática equivale a premiar golpistas que atentaram contra o Estado Democrático de Direito.

Como o projeto reduz penas

O PL estabelece que o crime de golpe de Estado absorve o crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito — o que já reduz a pena total de Bolsonaro em 6 anos e 6 meses. O texto também flexibiliza a progressão de regime: hoje ela exige cumprimento de 1/4 da pena; a nova regra reduz para 1/6.
Outra novidade é permitir que dias trabalhados em regime domiciliar com tornozeleira contem para abater parte da pena: a cada três dias trabalhados, um dia é descontado.

Com a combinação de dispositivos, a redução do tempo em regime fechado pode variar: oposicionistas falam em 2 anos e 4 meses, enquanto outras leituras apontam para algo entre 3 anos e 4 meses e 4 anos e 2 meses — ainda muito abaixo dos 6 anos e 10 meses a 8 anos estipulados atualmente para progressão.
Bastidores: chantagem bolsonarista e disputa no centrão

Nos últimos dias, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tentou pressionar o Congresso ao sugerir que abriria mão de sua recém-anunciada pré-candidatura presidencial caso o pai recebesse anistia. Depois recuou, dizendo que sua candidatura é “irreversível”, mas o estrago político já estava feito: líderes do centrão consideraram a atitude uma chantagem e reforçaram a oposição à anistia ampla.
Aliados relatam que Bolsonaro deu aval à redução de penas, admitindo que o projeto "não resolveria o problema dele, mas resolveria o de apoiadores". O PL, apesar de insatisfeito, concordou com a redução para tentar garantir que mais bolsonaristas condenados possam deixar a prisão antes do Natal. O líder da legenda, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou:

"Jamais vamos desistir da anistia... É o degrau possível nesse momento para que as famílias possam dignamente passar o Natal em suas casas."
A manobra de Motta, contudo, é vista por adversários do bolsonarismo como parte de um plano mais amplo do centrão para isolar o clã Bolsonaro e desidratar sua influência eleitoral.

Próximos passos

O projeto segue agora para o Senado, onde deve ser votado ainda neste ano. Caso aprovado, caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidir se veta total ou parcialmente a medida. A esquerda já sinaliza resistência, argumentando que o Congresso, ao reduzir penas de golpistas, envia um recado perigoso de impunidade logo após o STF concluir dezenas de condenações. A aprovação do PL da Dosimetria deve ser questionada na Justiça. 

R$ 521 mil é o custo da Câmara com Zambelli desde que fugiu do Brasil

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A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) já custou R$ 521 mil à Câmara dos Deputados desde que fugiu do Brasil, em junho. Presa na Itália no mês seguinte e aguardando uma decisão que pode extraditá-la ao país, a parlamentar mantém 12 funcionários ativos em seu gabinete
R$ 521 mil é o custo da Câmara com Zambelli  desde que fugiu do Brasil
Zambelli com Walter Delgatti


O que aconteceu
Valor é relativo a pagamento de salários. Registrado no site da Câmara, o valor se refere ao pagamento dos salários da equipe entre os meses de junho e outubro. Os dados de novembro não estão disponíveis. O limite mensal da chamada verba de gabinete é de R$ 133.170,54 —montante quase alcançado em outubro, quando Zambelli utilizou R$ 132.886 da cota

Cada deputado pode ter até 25 funcionários. De acordo com as normas da Casa, cada deputado pode contratar de 5 a 25 secretários parlamentares. Os salários vão de R$ 1.584,10 a R$ 9.359,94 mensais, mas os valores podem dobrar em caso de gratificações concedidas a funcionários de confiança

Como Zambelli segue "no exercício do mandato", toda a estrutura custeada por recursos públicos permanece funcionando. Segundo a assessoria de imprensa da deputada, todas as funções do dia a dia são cumpridas pelo gabinete mesmo que o parlamentar esteja ausente. Isso significa acompanhar, por exemplo, a execução de emendas, o andamento dos projetos de lei apresentados por ela e até mesmo a representação política no estado.

Deputada teve salário e verba de gabinete bloqueados. Condenada de forma definitiva pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dois processos que somam mais de 15 anos de prisão, Zambelli teve bloqueados o acesso ao salário de R$ 46,3 mil mensais e à verba de gabinete por ordem do ministro Alexandre de Moraes…

Equipe foi cortada e modificada. Desde o afastamento da parlamentar do cargo, seu gabinete cortou funcionários —17 em diferentes períodos—, e chegou a ser comandado pelo suplemente José Olímpio (PL), que recebeu autorização da Casa para mexer na equipe. Desde o início do ano, o gasto com pessoal foi de R$ 1,1 milhão