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Laudo conclui que PM Gisele foi assassinada

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Laudo descarta hipótese de suicídio e conclui que PM Gisele foi assassinada
Laudo conclui que PM Gisele foi assassinada

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto é acusado de ter cometido feminicídio contra a ex-mulher em fevereiro de 2026
Imagem: Reprodução/YouTube/Brasil Urgente

A hipótese de suicídio da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi considerada incompatível com os elementos analisados na investigação, apontando que a policial foi assassinada, segundo um laudo complementar do Instituto de Criminalística de São Paulo obtido pelo Estadão.
Segundo a polícia, houve intervenção de uma segunda pessoa na morte de Gisele. O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto é acusado de ter cometido feminicídio contra a ex-mulher em fevereiro de 2026. O jornal entrou em contato com a defesa de Geraldo e aguarda retorno.
Conforme o documento assinado na terça-feira, o instituto identificou divergências materiais determinadas entre a versão inicial apresentada e os vestígios físicos encontrados, além de um estudo detalhado das manchas de sangue na cena, que invalidaram categoricamente a hipótese de suicídio e sustentaram a participação de uma segunda pessoa.
Na segunda-feira, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Reynaldo Soares da Fonseca manteve a prisão de Geraldo em decisão liminar.
Fonseca é o relator do caso no STJ. Na liminar, o magistrado avaliou que é necessário manter a prisão cautelar em razão do risco de interferência na produção das provas e dos indícios de que o militar teria tentado eliminar vestígios e alterar o local onde a mulher foi encontrada morta.
O tenente-coronel foi denunciado pelos crimes de feminicídio e fraude processual. A investigação aponta que, no dia 18 de fevereiro, Geraldo teria segurado a companheira e atirado na cabeça dela após uma discussão. Posteriormente, ele teria deitado o corpo de Gisele no chão e alterado a cena do crime para simular um suicídio, colocando a arma do crime na mão da vítima.
Geraldo Neto foi preso um mês depois do crime, em 18 de março, em São José dos Campos, por determinação da Justiça Militar, após investigação conduzida pela Corregedoria da PM. Atualmente, o réu está detido no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte da capital.
O tenente-coronel sempre negou o crime e sustenta que Gisele teria cometido suicídio após receber a notícia de que o marido queria a separação. A versão é contestada pelos investigadores.
Como denunciar casos de violência
O Ligue 190 é o número de emergência indicado para quem estiver presenciando uma situação de agressão. A Polícia Militar poderá agir imediatamente e levar o agressor a uma delegacia.

Thiago Schutz, o “Calvo do Campari”, é preso em flagrante por violência doméstica

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Ele foi liberado após audiência de custódia, mas deve manter distância da vítima devido a medida protetiva de urgência

Thiago Schutz, o “Calvo do Campari”, é preso em flagrante por violência doméstica


Influenciador foi preso em flagrante. (Foto: Redes sociais, Reprodução)

O influenciador Thiago Schutz, de 37 anos, conhecido nas redes sociais como “Calvo do Campari” foi preso em flagrante na noite de sexta-feira (28) por violência doméstica e lesão corporal contra a namorada. Depois de passar por audiência de custódia, ele foi solto em caráter provisório.
O caso aconteceu em Salto, no interior de São Paulo. De acordo com o boletim de ocorrência, Thiago teria agredido a vítima com chutes e tapas depois de ela se recusar a ter relações sexuais. Ao receber a negativa, ele ficou agressivo e a briga teve início, culminando nas agressões.
Lais Gamarra, de 30 anos, conseguiu fugir da casa onde eles estavam, e acionou a Polícia Militar. O laudo pericial indicou múltiplas lesões corporais no rosto, membros superiores e inferiores, incluindo sinais de tentativa de defesa. A advogado de Lais, Nayara Thibes, alega que além da agressão houve tentativa de estupro.
O “Calvo do Campari” foi liberado após a audiência de custódia, com liberdade provisória determinada pela Justiça de São Paulo. Ainda, foi concedida uma medida protetiva de urgência para a vítima, e o influenciador está proibido de se aproximar dela ou de familiares. A advogada da vítima informou ao Uol que deve entrar com um pedido de prisão contra Schutz.
Até agora  a defesa de Thiago Schutz não se posicionou
Quem é Thiago Schutz, o “Calvo do Campari”
Conhecido nas redes sociais como “Calvo do Campari”, Thiago se apresenta na internet como coach de masculinidade O apelido surgiu por conta de um episódio de podcast em que ele relata uma episódio em que uma mulher lhe oferece uma cerveja, a qual ele recusa para continuar bebendo seu Campari. O vídeo viralizou pela postura e comentários de Thiago, frequentemente associados ao movimento redpill.
“Ah, mas se eu pegar uma breja você não toma comigo? Eu não tomo, entendeu? A mulher tem muito isso de querer mudar o cara, tentar colocar o cara debaixo dela, mas não é maldade, é um teste realmente”, afirma no vídeo.
Ele participou do reality show da Netflix “O Crush Perfeito”, mas ficou conhecido a partir dos cortes em vídeos de podcast em que objetifica mulheres e faz colocações misóginas. Ele criou o chamado “Manual Red Pill”, e oferece “mentoria” para outros homens na busca por “autoconhecimento, propósito, dinheiro e mulheres”.
Em 2023, Thiago foi denunciado por ameaça pela atriz Livia La Gatto depois de ela fazer um vídeo sobre ele. “Você tem 24 horas para retirar seu conteúdo sobre mim. Depois disso processo ou bala. Você escolhe”, escreveu o influenciador.

Zé Trovão é condenado ao admitir que bateu na mulher

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Zé Trovão é condenado a pagar R$ 50 mil ao admitir que bateu na mulher

Justiça de Santa Catarina condenou Zé Trovão (PL) por danos morais após admitir, em entrevista ao Metrópoles, que agrediu a ex-mulher
Zé Trovão é condenado ao admitir que bateu na mulher