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TSE dá 24 horas para Meta comprovar paridade nas campanhas de Lula e Flávio

O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política

Corte determina à big tech que faça um detalhamento a fim de garantir tratamento igual nas redes sociais entre candidatos à Presidência
TSE dá 24 horas para Meta comprovar paridade nas campanhas de Lula e Flávio


O ministro Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Marco Aurélio Bellizze determinou, nesta segunda-feira (19/10), um prazo de 24 horas para que o grupo Meta, big tech dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, comprove que cumpriu a decisão da Corte sobre ter isonomia entre as campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República.

Na última sexta-feira, o TSE havia determinado a conclusão de uma apuração interna sobre 255 perfis no Instagram suspeitos de integrar uma rede que usa inteligência artificial (IA) para promover o candidato do PL e atacar Lula.

Os perfis foram relacionados em um relatório do Instituto Democracia em Xeque, que analisou 1.204 publicações. Segundo o levantamento, apenas 155 delas, ou 12,9%, tinham identificação de conteúdo produzido por inteligência artificial.


A campanha de Lula também apresentou testes nos quais a Meta AI teria se recusado a criar imagens do petista, mas produzido peças favoráveis ao candidato do PL. A empresa afirmou ter reforçado os filtros para impedir a criação de imagens dos dois candidatos.

O TSE determinou que a Meta não interfira na distribuição de conteúdo político-eleitoral dos dois candidatos. A ordem vale até o fim do segundo turno, em 25 de outubro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.

Meta deve corrigir
A nova decisão de Bellizze prevê aumento da multa diária para R$ 1 milhão, caso a companhia não comprove o “integral cumprimento no prazo estabelecido” das ações adotadas para manter a igualdade na distribuição do conteúdo de Flávio e de Lula.

O magistrado estabelece que a Meta apresente relatórios, em português, sobre as medidas tomadas. Os documentos devem incluir “exposição explicativa” sobre cada ordem do TSE, além do “significado dos dados apresentados e as providências efetivamente adotadas, sob pena de não serem considerados para fins de cumprimento”.

O ministro obrigou, ainda, que a Meta corrija definitivamente restrições aplicadas por erro à conta de anúncios da campanha de Lula.

Até 21 de outubro, a empresa deverá repor a entrega de publicidade contratada que eventualmente não tenha sido realizada durante os episódios de bloqueio ou informar que não há entrega pendente.

Em nota, a empresa admitiu erros em contas do presidente Lula, mas negou que esteja favorecendo qualquer candidato.




TSE

Nunes Marques barra shows em atos de Lula até o fim da eleição a pedido de Flávio

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Acampanha de Lula (PT) poderá continuar levando artistas a seus eventos, mas não poderá promover shows, números musicais ou outras apresentações destinadas a animar o público até o fim da eleição. 


A determinação foi dada nesta sexta-feira (2) pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
A restrição vale para atos presenciais e virtuais e alcança também um eventual segundo turno. O ministro entendeu que apresentações desse tipo se enquadram na proibição de showmícios prevista na legislação eleitoral. A norma veda apresentações remuneradas ou gratuitas de artistas quando utilizadas para animar comícios ou reuniões de campanha.
A presença dos artistas, por outro lado, não foi proibida. Eles continuam autorizados a discursar, dar depoimentos e manifestar apoio político, desde que não realizem apresentações com finalidade de entretenimento.

A decisão teve como origem o evento Cultura com Lula, realizado em 23 de setembro na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. O encontro reuniu dezenas de nomes da música, do cinema e do teatro e teve apresentações artísticas ao longo da programação.

Nunes Marques citou números musicais de Pixulé, Xamã e João Gil, além de apresentações realizadas antes da chegada de Lula. Na avaliação do ministro, essas intervenções foram incorporadas à programação para ocupar e animar o público durante o ato.

O presidente do TSE também determinou a retirada do vídeo do evento publicado no YouTube. A campanha terá 12 horas para cumprir a ordem e poderá republicar o material depois de retirar os trechos considerados irregulares. A multa prevista é de R$ 10 mil por trecho mantido.

Duas publicações no Instagram com registros das apresentações também deverão ser retiradas. A reutilização desses trechos em novas peças de campanha foi igualmente proibida.

O pedido para apresentação de documentos sobre cachês, aluguel da Fundição Progresso e outros gastos não foi decidido nesta etapa. Esse ponto será analisado depois da manifestação da defesa de Lula.





TSE

André Mendonça blinda o vice de Flávio Bolsonaro

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Ministro do TSE atendeu pedidos de Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar alegando falta de provas para as acusações de estupro, que é alvo de investigação pela PF. Decisões liminares ainda vão a referendo do plenário.

Alfredo Gaspar com Flávio Bolsonaro e André Mendonça - Alfredo Gaspar com Flávio Bolsonaro e André Mendonça (Charles Vieira Divulgação / Alejandro Zambrana TSE)
Oministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta sexta-feira (28) a retirada de conteúdos de 16 links em redes sociais, incluindo publicações do PT, estendendo a blindagem ao vice de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar (PL-AL), que é alvo de um pedido de investigação feito pela Polícia Federal (PF) ao Supremo Tribunal Federal (STF) por estupro de vulnerável. As decisões atendem a pedidos da campanha da chapa presidencial do PL.
A denúncia, feita à PF, envolvem uma adolescente de 13 anos, que teria engravidado, além de uma suposta tentativa de compra de silêncio da família. Alfredo Gaspar nega integralmente as acusações, afirma ser alvo de perseguição política e diz possuir exame de DNA que afastaria sua responsabilidade no caso. O caso está sob relatoria de Gilmar Mendes no STF, que ainda não decidiu se dá aval ou não à investigação.
TSE ordena remoção de posts do PT contra vice de Flávio Bolsonaro
O ministro André Mendonça determinou, em quatro decisões distintas, a retirada de publicações do PT e de outros dois perfis nas redes sociais. As postagens envolvem acusações de estupro contra Gaspar, uma publicação que atribuía a Flávio Bolsonaro interesse sexual por menores e conteúdos produzidos com inteligência artificial sem a identificação exigida pela Justiça Eleitoral. As ações foram apresentadas por Flávio Bolsonaro (PL) e, em dois dos casos, pelo próprio Alfredo Gaspar (PL-AL).
Mendonça atendeu apenas parte do que foi pedido pela campanha. Ordenou a remoção das publicações específicas levadas ao TSE, mas rejeitou os pedidos para que as plataformas derrubassem de forma automática republicações, comentários, conteúdos semelhantes ou postagens futuras. Em todos os casos, o ministro afirmou que uma ordem mais ampla poderia atingir manifestações ainda desconhecidas e restringir indevidamente a liberdade de expressão. O padrão da decisão não é novo: Mendonça e o presidente do TSE, Kássio Nunes Marques, acumulam um histórico de decisões favoráveis a Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, que os indicou para a cúpula do Judiciário. A proteção agora se estende ao vice da chapa.
As acusações e a justificativa do ministro
Dois dos processos têm como alvo publicações do PT sobre a acusação de estupro contra Alfredo Gaspar. Em 6 de agosto, o perfil nacional do PT no X publicou um vídeo que perguntava “Você deixaria sua filha sozinha com o vice de Flávio Bolsonaro?” e encerrava com a frase “Proteja sua família desse clã”. Em 20 de agosto, outro vídeo do PT, publicado no X e no Instagram, questionava diretamente: “O vice de Flávio estuprou uma adolescente de 13 anos? Ele tentou comprar a possível vítima do crime para ela não denunciar?”
A acusação contra Gaspar não é invenção da campanha petista: foi levantada em março pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) na CPMI do INSS, associando o então relator da comissão à paternidade de uma criança fruto de relação com uma menor. O tema gerou representação no STF, sob relatoria do ministro Gilmar Mendes, e há investigação em curso na Polícia Federal. Ainda assim, Mendonça considerou, em análise preliminar, que os vídeos do PT foram além de informar a existência da acusação e passaram a apresentá-la ao eleitor como se houvesse elementos suficientes para sustentar a prática do crime. Segundo a decisão, os elementos disponíveis mostravam “significativa incerteza” sobre os fatos.
“Quanto mais grave a imputação factual, maior a necessidade de existência de elementos objetivos mínimos que autorizem sua apresentação ao público em linguagem acusatória”, escreveu Mendonça.
O raciocínio do ministro cria uma tensão evidente: ao exigir “elementos objetivos mínimos” para que uma acusação pública, com investigação policial em curso, possa ser mencionada em propaganda eleitoral, Mendonça estabelece um critério que pode funcionar como freio à denúncia política de condutas controversas de candidatos, especialmente quando os processos ainda estão em andamento.
Outras determinações e o alcance da decisão
Além das publicações do PT, as decisões de Mendonça também atingem um perfil que atribuiu a Flávio Bolsonaro interesse sexual por menores. Nesse caso, o ministro determinou que o X apague o conteúdo, preserve os registros e forneça dados para identificar o responsável pela conta. Outras 12 publicações produzidas com inteligência artificial foram removidas por ausência da identificação obrigatória exigida pela Justiça Eleitoral para esse tipo de conteúdo.
No segundo vídeo do PT, Mendonça limitou a decisão especificamente às referências ao suposto estupro e à alegada tentativa de comprar o silêncio da vítima. Ficaram de fora, para análise no julgamento de mérito, as demais alegações presentes no vídeo, como referências a milícias, organizações criminosas e ao Banco Master. O ministro também negou os pedidos para derrubar de forma genérica republicações ou conteúdos considerados equivalentes, argumentando que uma ordem nesse sentido poderia atingir manifestações ainda desconhecidas e restringir indevidamente a liberdade de expressão. As decisões liminares ainda serão submetidas a referendo pelo plenário do TSE, o que pode alterar ou confirmar as determinações.
Próximos passos e o debate sobre liberdade de expressão
As liminares de Mendonça têm caráter provisório e precisarão ser referendadas pelo plenário do TSE. O colegiado pode confirmar, modificar ou revogar as ordens, o que torna o desfecho final ainda incerto. Enquanto isso, o PT, a Federação Brasil da Esperança e os demais afetados têm prazo de 24 horas para retirar os conteúdos do ar, sob pena de multa diária. Gaspar, por sua vez, nega a acusação: já apresentou material genético para refutá-la e acionou o Supremo Tribunal Federal por calúnia e injúria.
O precedente que a decisão começa a desenhar é politicamente relevante. Ao condicionar a veiculação de acusações graves em propaganda eleitoral à existência de “elementos objetivos mínimos”, Mendonça cria um parâmetro que pode ser invocado para barrar a circulação de denúncias sobre candidatos mesmo quando há investigações formais em andamento. Em um cenário eleitoral em que a Polícia Federal investiga o vice de uma das principais chapas presidenciais, a questão não é apenas técnico-jurídica: é sobre quem tem o poder de decidir o que o eleitor pode ou não saber, e em que formato, antes de votar.
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TSE pauta julgamento sobre deepfake de Bolsonaro para próxima terça


Vídeo feito por inteligência artificial foi apresentado como mensagem do ex-presidente em convenção do PL

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques, pautou para a sessão da próxima terça-feira, 1º, o julgamento de ação do PT que questiona o vídeo deepfake do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentado na convenção do PL em julho deste ano. No julgamento, os ministros devem fixar uma tese com parâmetros para o uso de inteligência artificial (IA) nas campanhas que deverá ser seguida em toda a Justiça Eleitoral.

Nunes Marques, que é relator do caso, se reuniu com os ministros do TSE na semana passada para buscar a construção de um consenso mínimo entre os colegas.

Como já mostrou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), uma parte dos ministros defende proibir o uso de qualquer avatar criado com IA que simule a imagem e voz de candidatos e de terceiros na campanha eleitoral. A avaliação é a de que, se o TSE optar por uma proibição ampla, também se protege de uma judicialização excessiva. Uma norma com mais nuances poderia obrigar o Tribunal a decidir sobre centenas de conteúdos, caso a caso.

O uso de deepfake já é proibido para favorecer ou prejudicar candidaturas, mas ainda há uma margem de interpretação que tem dividido os ministros. As resoluções aprovadas pelo TSE em março não proíbem o uso de IA na propaganda eleitoral, mas exigem a rotulagem desses conteúdos.

Em decisão individual na última terça-feira, 25, o ministro André Mendonça propôs uma tese que exige grau de realismo capaz de enganar o eleitor para caracterizar irregularidade no uso de IA Para ele, não basta que o conteúdo tenha sido gerado por IA.

Ao defender o vídeo com IA exibido na convenção do PL, a advogada da campanha de Flávio Bolsonaro, Maria Cláudia Bucchianeri, afirmou que o caso não se enquadra como ilícito eleitoral porque o conteúdo foi rotulado como IA e não havia potencial de enganar o leitor.

"O elemento juridicamente decisivo deve ser a capacidade concreta de enganar, falsificar acontecimentos", sustentou a defesa. "No caso, o aviso inicial neutralizou a possibilidade de confusão sobre a materialidade do vídeo", acrescentou.

TSE

PGR denuncia Tagliaferro, ex-assessor de Moraes, por vazar informações sigilosas

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 O procurador-geral da República, Paulo Gonet, denunciou na sexta-feira (22) o ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Eduardo Tagliaferro.
PGR denuncia Tagliaferro, ex-assessor de Moraes, por vazar informações sigilosas

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), Tagliaferro repassou à imprensa diálogos internos do Supremo Tribunal Federal (STF) e do TSE para desacreditar o sistema eletrônico de votação e obstruir apurações. Ele também teria manipulado celulares para ocultar provas e dificultar investigações da Polícia Federal (PF), de acordo com a denúncia. 

A Procuradoria afirma ainda que, em julho, no exterior, Tagliaferro participou de uma entrevista com o blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, onde ameaçou divulgar novos dados sigilosos e lançou uma campanha de arrecadação para financiar as revelações—evidências, segundo a PGR, de alinhamento às práticas da rede investigada por ataques às instituições democráticas.

Em abril, a PF indiciou Tagliaferro por vazar informações sigilosas com a intenção de atrapalhar investigações sobre fake news. 

A PGR citou os crimes de: violação de sigilo funcional, coação no curso do processo, obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
O STF decidirá se aceita ou rejeita a denúncia.

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Reviravolta na Câmara com decisão do TSE de retotalização de votos de 2022

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Determinação vem a partir de uma decisão do STF que invalidou as “sobras das sobras” no cálculo da divisão das cadeiras; veja quem perde e quem ganha
Reviravolta na Câmara com decisão do TSE  de  retotalização de votos de 2022


A presidenta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, determinou aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) que realizem a retotalização de votos para deputado federal nas eleições de 2022.
Em março deste ano, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) invalidaram as “sobras das sobras” na divisão das cadeiras remanescentes no Legislativo, definindo que a decisão vale para as eleições de 2022 e não somente a partir de 2024, reformando um entendimento anterior da própria Corte.
Os TREs têm até cinco dias para enviar os novos cálculos para o TSE. A revisão da data decorre de um recurso impetrado pelos partidos Rede Sustentabilidade, Podemos e PSB.
O STF decidiu que todos os partidos e candidatos podem participar da distribuição das chamadas sobras eleitorais em julgamento realizado em 2024. A Corte derrubou cláusulas, aprovadas em 2021, que condicionavam a distribuição das sobras ao desempenho dos partidos, exigindo um percentual mínimo de votação.
O que muda na Câmara dos Deputados
Cálculos da Rede, PSB e Podemos, realizados conforme a decisão do Supremo e divulgados pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), mostram mudanças em quatro unidades da federação: Distrito Federal, Amapá, Tocantins e Rondônia.

Confira abaixo quais seriam as mudanças:

• Sai a Professora Goreth (PDT-AP), entra a Professora Marcivânia (PCdoB-AP);

• Sai Silvia Waiãpi (PL-AP), entra Paulo Lemos (PSol-AP);

• Sai Sonie Barbosa (PL-AP), entra André Abdon (PP-AP);

• Sai Augusto Puppio (MDB-AP), entra Aline Gurgel (Republicanos-AP);

• Sai Gilvan Máximo (Republicanos-DF), entra Rodrigo Rollemberg (PSB-DF);

• Sai Lebrão (União Brasil-RO), entra Rafael Bento (Podemos-RO); e

• Sai Lázaro Botelho (PP-TO), entra Tiago Dimas (Podemos-TO).

O PL é a legenda que mais perde, ficando com dois parlamentares a menos, e o Podemos é o partido que mais ganha, com dois novos parlamentares.
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Criação das 18 vagas na Câmara gerará um impacto anual de R$ 64,6 milhões

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Câmara aprova urgência para projeto que aumenta número de deputados

Criação das 18 vagas na Câmara gerará  um impacto anual de R$ 64,6 milhões


Pela proposta, nove estados ganhariam cadeiras na Câmara dos DeputadosKayo Magalhães / Câmara dos Deputado