Atualidades
TSE dá 24 horas para Meta comprovar paridade nas campanhas de Lula e Flávio
Corte determina à big tech que faça um detalhamento a fim de garantir tratamento igual nas redes sociais entre candidatos à Presidência
Nunes Marques barra shows em atos de Lula até o fim da eleição a pedido de Flávio
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A decisão teve como origem o evento Cultura com Lula, realizado em 23 de setembro na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. O encontro reuniu dezenas de nomes da música, do cinema e do teatro e teve apresentações artísticas ao longo da programação.
Nunes Marques citou números musicais de Pixulé, Xamã e João Gil, além de apresentações realizadas antes da chegada de Lula. Na avaliação do ministro, essas intervenções foram incorporadas à programação para ocupar e animar o público durante o ato.
O presidente do TSE também determinou a retirada do vídeo do evento publicado no YouTube. A campanha terá 12 horas para cumprir a ordem e poderá republicar o material depois de retirar os trechos considerados irregulares. A multa prevista é de R$ 10 mil por trecho mantido.
Duas publicações no Instagram com registros das apresentações também deverão ser retiradas. A reutilização desses trechos em novas peças de campanha foi igualmente proibida.
O pedido para apresentação de documentos sobre cachês, aluguel da Fundição Progresso e outros gastos não foi decidido nesta etapa. Esse ponto será analisado depois da manifestação da defesa de Lula.
André Mendonça blinda o vice de Flávio Bolsonaro
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Ministro do TSE atendeu pedidos de Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar alegando falta de provas para as acusações de estupro, que é alvo de investigação pela PF. Decisões liminares ainda vão a referendo do plenário.
TSE pauta julgamento sobre deepfake de Bolsonaro para próxima terça
Vídeo feito por inteligência artificial foi apresentado como mensagem do ex-presidente em convenção do PL
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques, pautou para a sessão da próxima terça-feira, 1º, o julgamento de ação do PT que questiona o vídeo deepfake do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentado na convenção do PL em julho deste ano. No julgamento, os ministros devem fixar uma tese com parâmetros para o uso de inteligência artificial (IA) nas campanhas que deverá ser seguida em toda a Justiça Eleitoral.
Nunes Marques, que é relator do caso, se reuniu com os ministros do TSE na semana passada para buscar a construção de um consenso mínimo entre os colegas.
Como já mostrou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), uma parte dos ministros defende proibir o uso de qualquer avatar criado com IA que simule a imagem e voz de candidatos e de terceiros na campanha eleitoral. A avaliação é a de que, se o TSE optar por uma proibição ampla, também se protege de uma judicialização excessiva. Uma norma com mais nuances poderia obrigar o Tribunal a decidir sobre centenas de conteúdos, caso a caso.
O uso de deepfake já é proibido para favorecer ou prejudicar candidaturas, mas ainda há uma margem de interpretação que tem dividido os ministros. As resoluções aprovadas pelo TSE em março não proíbem o uso de IA na propaganda eleitoral, mas exigem a rotulagem desses conteúdos.
Em decisão individual na última terça-feira, 25, o ministro André Mendonça propôs uma tese que exige grau de realismo capaz de enganar o eleitor para caracterizar irregularidade no uso de IA Para ele, não basta que o conteúdo tenha sido gerado por IA.
Ao defender o vídeo com IA exibido na convenção do PL, a advogada da campanha de Flávio Bolsonaro, Maria Cláudia Bucchianeri, afirmou que o caso não se enquadra como ilícito eleitoral porque o conteúdo foi rotulado como IA e não havia potencial de enganar o leitor.
"O elemento juridicamente decisivo deve ser a capacidade concreta de enganar, falsificar acontecimentos", sustentou a defesa. "No caso, o aviso inicial neutralizou a possibilidade de confusão sobre a materialidade do vídeo", acrescentou.
PGR denuncia Tagliaferro, ex-assessor de Moraes, por vazar informações sigilosas
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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, denunciou na sexta-feira (22) o ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Eduardo Tagliaferro.
Reviravolta na Câmara com decisão do TSE de retotalização de votos de 2022
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Determinação vem a partir de uma decisão do STF que invalidou as “sobras das sobras” no cálculo da divisão das cadeiras; veja quem perde e quem ganha
Criação das 18 vagas na Câmara gerará um impacto anual de R$ 64,6 milhões
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Câmara aprova urgência para projeto que aumenta número de deputados

Pela proposta, nove estados ganhariam cadeiras na Câmara dos DeputadosKayo Magalhães / Câmara dos Deputado


