Atualidades
Luana Piovani desce a lenha em Ana Castela e bota o dedo na ferida
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A foto de Ana Castela e Nikolas Ferreira gerou grande repercussão política e social, com críticas de figuras públicas como Luana Piovani e Pabllo Vittar, além de debates sobre a posição política de Ana Castela.
Ana Castela posou para fotos com o deputado federal Nikolas Ferreira durante a Festa do Peão de Barretos, em São Paulo, o que gerou polêmica nas redes sociais.
A atriz Luana Piovani, cuja filha é fã da cantora, praticamente a proibiu e ironizou o episódio nos stories do Instagram, dizendo: “Ainda bem que minha filha não foi no show dessa zinha”.
Repercussão nas redes foi elevada. Internautas comentaram de forma crítica e sarcástica sobre Ana Castela, destacando que ela não teria paz após o episódio e questionando sua posição política ligada ao agro e ao sertanejo. Outras reações vieram de Pabllo Vittar. A beldade deixou de seguir Ana Castela no Instagram após a publicação da foto.
Na imagem, Ana Castela e Nikolas aparecem fazendo o número 22 com as mãos, referência ao Partido Liberal (PL), ligado ao deputado e ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nikolas explica como patrimônio saltou de R$ 36 mil para R$ 3,9 milhões
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Em 4 anos, deputado declarou aumento de mais de 10.000% nos bens
crédito: Reprodução/Instagram
Duda Salabert cobra R$ 65 mil de Nikolas após condenação por transfobia
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Deputada aciona Justiça após deputado não pagar indenização por danos morais; valor ainda pode aumentar caso Nikolas não pague em 15 dias
Nikolas menospreza candidatura de Flávio
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Nikolas menospreza candidatura de Flávio e já atua por outro nome após humilhar Eduardo Bolsonaro
Disposto a assumir o comando do bolsonarismo, Nikolas desacredita a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro e trabalha por um nome que poderia ter ajuda imprescindível para conquistar nichos mais populares, ligados a Lula.
Criado na lacração das redes em meio ao recrudescimento do neofascismo no Brasil, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) estaria realmente disposto a tirar das mãos do clã Bolsonaro o comando da ultradireita no Brasil.
Na sexta-feira (13), o deputado mineiro humilhou Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que tenta colocar a culpa na "sociedade brasileira" e nos parlamentares aliados pela suspensão da sanção ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinada por Donald Trump.
"A falta de coesão interna e o insuficiente apoio às iniciativas conduzidas no exterior contribuíram para o agravamento da situação atual", escreveu o filho "03" de Bolsonaro em nota pública, assinada em conjunto com seu cúmplice na empreitada, o influenciador Paulo Figueiredo, neto do ditador João Baptista Figueiredo.
Em meio ao bate-boca generalizado entre os bolsonaristas, Nikolas rebateu a nota de Eduardo, se colocando na briga para assumir o comando da horda de extremistas que ainda orbita em torno do clã Bolsonaro.
"Atribuir ao povo brasileiro ou aos parlamentares a responsabilidade por uma decisão geopolítica tomada pelos Estados Unidos não é apenas um erro de análise - é uma fraude intelectual", iniciou o deputado mineiro, expondo as mentiras do que classificou como "narrativa infantil" de Eduardo.
Agora, Nikolas busca viabilizar nos bastidores do Congresso uma alternativa à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, lançada por determinação de Jair Bolsonaro (PL), preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília.
Segundo informações de Igor Gadelha, no site Metrópoles, Nikolas tem menosprezado as pretensões do filho "01" do ex-presidente e dito aos aliados que a candidatura de Flávio pode não decolar.
Segundo relatos de pessoas que participaram de rodas de conversas, o deputado mineiro já estaria atuando para viabilizar a candidatura do governador paranaense, Ratinho Jr., do PSD de Gilberto Kassab.
Nikolas estaria usando como argumento o fato de que o governador é filho do apresentador Carlos Ratinho Massa, do SBT, que é dono de uma vasta rede de emissoras de rádio e tv pelo país.
Para Nikolas, Ratinho pode atrair apoio de "classes mais populares", historicamente ligados a Lula, para a candidatura do filho. Procurado, o deputado mineiro preferiu não se pronunciar sobre o assunto.
Nas redes, o único pronunciamento de Nikolas sobre a candidatura de Flávio aconteceu no dia 5 de fevereiro. Em nota protocolar, o deputado disse que "Bolsonaro escolheu Flávio para a próxima disputa".
"Que essa escolha ajude a abrir o caminho para a anistia e para que brasileiros injustamente presos voltem para casa", disse, timidamente.
Nikolas Ferreira diz que polícia fez a 'maior faxina da história do Rio' em megaoperação
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Nikolas Ferreira discursa sobre a megaoperação no Rio, nesta terça-feira (28)Reprodução / X
Nikolas ataca Felca por estar na Globo
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Nikolas ataca Felca: 'Modinha que se juntou ao que mais criticava'
Deputado bolsonarista ironiza influenciador após confirmação de sua estreia na TV Globo, em quadro sobre saúde mental e redes sociais
Nikolas critica Felca após anúncio de quadro no "Fantástico": "modinha"
crédito: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados/Reprodução/Redes Sociais
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou o influenciador digital Felca, que recentemente teve confirmada sua estreia em um quadro do programa “Fantástico”, da TV Globo, previsto para 2026. Em uma postagem no X (antigo Twitter) no domingo (19/10), o parlamentar mineiro publicou um meme acusando o youtuber de hipocrisia e de ter se tornado "uma modinha".
A publicação traz uma montagem com seis imagens que, segundo o parlamentar, ilustrariam “duas fases” de Felca. Na primeira parte, o deputado usa uma foto antiga do youtuber, quando ele produzia vídeos criticando as chamadas “lives de NPC”, acompanhada da legenda: “começou criticando modinha”.
Já na sequência, Nikolas mostra imagens de Felca em um ensaio para a revista Elle Brasil, da qual foi capa. Na imagem ao lado, aparece o influenciador Felipe Neto, insinuando que Felca teria aderido ao comportamento que antes criticava.
A montagem termina com fotos de Felca ao lado da jornalista Maju Coutinho, em referência ao novo projeto do influenciador na Globo. A iniciativa da emissora veio após Felca viralizar com um vídeo sobre adultização e saúde mental, o que motivou o convite para comandar o quadro no programa.
O espaço abordará temas como autoestima, relacionamentos, bullying e transtornos emocionais nas redes sociais.
Assessor de Nikolas tinha negócios com empresa investigada pela PF
Operação Rejeito: inquérito em tramitação na Justiça Federal aponta que o advogado Thiago Rodrigues teria intermediado negociação de lavra de minério
Foto do deputado federal Nikolas Ferreira
Por meio de nota, Nikolas informou "o profissional atua regularmente como advogado, com escritório registrado, e não há qualquer impedimento jurídico"
crédito: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
Thiago Rodrigues de Faria, assessor jurídico do deputado federal Nikolas Ferreira (PL), foi um dos intermediários, por meio de um contrato de confiabilidade, de uma negociação envolvendo uma lavra de minério e uma das empresas investigadas pela Operação Rejeito, a Gmais Ambiental, que, segundo a Polícia Federal (PF), seria de fachada. A Gmais, de acordo com a investigação, teria como verdadeiros donos e gestores o delegado da Polícia Federal Rodrigo Teixeira e o lobista Gilberto Carvalho, ligado ao PL mineiro, ambos presos pela Operação Rejeito.
Thiago Rodrigues também assina a denúncia feita por Nikolas contra a deputada federal Duda Salabert (PDT) na Polícia Federal, por supostas irregularidades na prestação de contas de campanha eleitoral. Essa denúncia foi elaborada com base em informações levantadas pelo empresário e ex-deputado estadual João Alberto Paixão Lages, também preso na Operação Rejeito.
Ela foi protocolada na PF com o apoio de Rodrigo Teixeira e de Gilberto Carvalho – que também já foi assessor na Câmara Municipal de Belo Horizonte do vereador Uner Augusto (PL), suplente de Nikolas quando o deputado exercia mandato no Legislativo municipal.
Saiba quem são os alvos da Operação Rejeito deflagrada pela PF
Conforme as investigações, o assessor jurídico de Nikolas, lotado no gabinete do parlamentar em Brasília, assinou em janeiro deste ano, por meio de sua empresa (Thiago Rodrigues Sociedade Individual de Advocacia), constituída em agosto de 2024, um contrato de intermediação de compra e venda de um lavra minerária em sociedade com a Gmais, empresa que teria sido criada para ocultar os verdadeiros donos, segundo a PF.
Esse contrato também teve como sócia a mineração Topázio Imperial, que detém os direitos minerários de uma lavra onde está localizada uma das barragens de maior risco do estado. O grupo, ainda de acordo com as investigações, estava interessado em vender a lavra da Topázio para exploração minerária. Mas, antes, precisava desembaraçar a empresa, detentora dos direitos minerários de uma lavra em Ouro Preto, no Distrito de Rodrigo Silva, cuja exploração foi suspensa em função de uma ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF).
Empresários presos e servidores afastados: esquema de devastação ambiental
Isso por causa da barragem Água Fria, considerada um dos sete barramentos com maior risco de rompimento no país. A barragem, conforme o MPF, foi construída nos mesmos moldes das que romperam em Mariana, em novembro de 2015, e Brumadinho, em janeiro de 2019.
Atividades suspensas
A Gmais, em cujo endereço funciona uma clínica de estética, no Bairro Santo Agostinho, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, tinha procuração da Topázio para atuar junto aos órgãos ambientais, visando a retomada das atividades minerárias. A partir da Operação Rejeito, a Gmais teve suas atividades suspensas, além dos bens sequestrados e os sigilos quebrados por autorização judicial.
A empresa já teve como sócio oficial Gilberto Carvalho, mas ele deixou a empresa e em seu lugar ficou seu marido, Luiz Fernando Vilela Leite.
Pelo contrato, assinado em janeiro deste ano com a Gmais, Thiago Rodrigues, por meio de seu escritório, receberia 25% do lucro total, estimado entre de US$ 30 e US$ 45 milhões, caso a autorização para voltar a minerar a área da Topázio fosse concluída com sucesso e a lavra vendida. A Gmais ficaria com 50% e um escritório de contabilidade (Estabil Contabilidade), com 25%.
“Chamaram a atenção os valores prováveis da negociação sobre os quais os apresentantes seriam remunerados. O valor inicial era de US$ 30.000.000,00 podendo ultrapassar os US$ 45M, valor que geraria 20% de comissão aos parceiros Gmais, Estabil escritório contábil e Thiago Rodrigues advocacia”, diz um trecho do inquérito.
Toda essa transação foi feita por meio de um contrato de confiabilidade, cujos nomes dos beneficiários não poderiam aparecer publicamente, e que, de acordo com as investigações, contou com a participação de Thiago Rodrigues na elaboração dos termos do contrato.
Rodrigues também foi o responsável, segundo a investigação, pela criação, em abril de 2024, de um grupo de WhatsApp juntamente com Gilberto Carvalho, batizado de Projeto Ferro, no qual os investigados discutiam os termos da transação envolvendo a lavra da Topázio, firmada por meio do contrato assinado em janeiro deste ano, e cuja versão final, de acordo com as mensagens interceptadas, foi enviada para a conferência de Thiago Rodrigues.
Projeto Ferro
Em uma das conversas nesse grupo, Thiago Rodrigues pede uma reunião com alguém identificado por ele apenas como R, mas que para a PF seria o delegado Rodrigo Teixeira. “Chegou a falar com o R sobre um call nosso?”, escreveu no grupo Projeto Ferro o assessor jurídico de Nikolas Ferreira.
Ainda de acordo com as investigações, antes de ser firmado o contrato da Gmais para o arrendamento da lavra da Topázio, várias versões de minutas foram trocadas entre os investigados. E, em uma delas, quem figuraria como sócio era o ex-deputado João Alberto Lages.
Rodrigo Teixeira, que antes da operação ocupava o cargo de diretor do Serviço Geológico Brasileiro, órgão ligado ao Ministério de Minas e Energia, é investigado por suposta atuação oculta e ativa no mercado minerário, mediante a utilização de pessoas jurídicas interpostas e articulações com empresários investigados por organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro.
Pedido de votos no Crea-MG
Muito ligado ao PL mineiro, Gilberto Carvalho teve Nikolas Ferreira como principal cabo eleitoral em sua campanha para o comando do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Minas Gerais (Crea-MG). Ele também foi assessor da coronel Cláudia Romualdo, que foi candidata a vice-prefeita da chapa do deputado estadual Bruno Engler (PL) à Prefeitura de Belo Horizonte, em 2024. Ele é apontado pela Operação Rejeito como o lobista junto ao Legislativo e aos órgãos públicos.
Por meio de nota, o deputado Nikolas Ferreira afirmou que “trata-se de uma área (de mineração) disponível no mercado”. “O advogado, no exercício de sua atividade privada, pode intermediar esse tipo de negociação. Importante destacar que a área mencionada não é de titularidade de nenhum dos investigados. O profissional atua regularmente como advogado, com escritório registrado, e não há qualquer impedimento jurídico.
Ressalta-se que se trata de atividade privada e que o deputado não possui qualquer relação”. Procurado, Thiago Rodrigues afirmou que “como advogado recebeu a proposta de tentar vender essa área”.
