Atualidades
Lula reune uma multidão no Centro de BH
Lula desafia Flávio Bolsonaro a abrir sigilos bancário e telefônico antes do 2º turno
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Presidente propôs que ambos autorizem acesso aos dados financeiros e telefônicos e entreguem os documentos à Justiça antes do segundo turno.
“Eu desafio você e eu, amanhã, amanhã, abrirmos a nossa conta bancária, abrirmos nosso sigilo telefônico, para que o povo brasileiro saiba quem é ladrão nesse país”, declarou o presidente.
O petista argumentou que a apresentação dos documentos permitiria esclarecer as acusações de corrupção que marcaram o confronto entre os presidenciáveis.
Lula estende desafio aos familiares
O presidente também propôs que a medida alcançasse os familiares dos dois candidatos, ampliando o acesso às informações financeiras e telefônicas.
“Eu abro da minha família inteira e você abre da sua família”, afirmou Lula.
Durante a intervenção, o presidente sugeriu encaminhar os documentos ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que fossem examinados antes da votação.
A proposta foi apresentada como uma forma de permitir que a população conhecesse os resultados da análise dos documentos antes de decidir seu voto.
Presidente cobra explicações sobre patrimônio
O desafio também foi acompanhado de uma cobrança sobre o patrimônio de Flávio Bolsonaro, tema mencionado anteriormente durante o debate.
“Eu perguntei da casa, você não explicou”, afirmou Lula, ao retomar o questionamento dirigido ao senador.
O presidente insistiu na necessidade de esclarecer as suspeitas apresentadas durante a campanha e afirmou que os eleitores não deveriam ser induzidos ao erro por acusações sem esclarecimento.
“Porque, senão, o povo vai ser enganado outra vez”, declarou.
O debate entre Lula e Flávio foi marcado por confrontos envolvendo o Banco Master, investigações sobre familiares dos candidatos e acusações relacionadas à corrupção.
Na parte final de sua intervenção, Lula voltou a dirigir o desafio ao adversário e perguntou se ele estaria disposto a solicitar a abertura dos sigilos já no dia seguinte.
A mediadora interrompeu a fala para informar que o tempo havia terminado. No trecho da gravação analisado, Flávio Bolsonaro não chegou a responder à proposta apresentada pelo presidente.
Extremistas atacam evento pró Lula no Rio de Janeiro
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Polícia abre investigação sobre ataque em ato pró-Lula
Flávio Bolsonaro quer proibir discurso de Lula na ONU no horário eleitoral
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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e seu candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL), acionaram, na terça-feira (22), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) por suposta prática de conduta vedada no discurso de Lula na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Na representação, os candidatos afirmam que Lula teria utilizado o pronunciamento oficial como "palanque político" ao abordar temas presentes em sua campanha, como bets, fim da escala 6x1, soberania nacional, terras raras e Pix. Os autores também destacam que Lula mencionou diretamente as eleições de 4 de outubro durante o discurso.
Os candidatos também citam precedente de 2022, quando o TSE proibiu o então presidente Jair Bolsonaro de utilizar, em propaganda eleitoral, imagens de seu discurso na Assembleia Geral da ONU daquele ano. Segundo a representação, a decisão considerou o risco de uso eleitoral de um pronunciamento realizado no exercício da função de chefe de Estado.
Discurso
"Somos todos reféns do imobilismo de um Conselho de Segurança que não cumpre o seu papel", disse. "Em 1946, já na primeira sessão dessa assembleia, o Brasil alertava para o alto preço que a comunidade internacional pagaria pelo direito de veto. Esse vício conferiu às grandes potências o privilégio da insensatez."
Lula no Jornal Nacional bateu recorde de audiência e superou até novela Quem Ama Cuida
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O pico da audiência chegou a 26,12 pontos, com 39,46% dos televisores da metrópole paulista assistindo a Lula entre 21h06 e 21h54.
Cada ponto de audiência na grande São Paulo equivale a 199.632 pessoas e 78.780 domicílios. Na terça-feira (25), Ronaldo Caiado (PSD) deu 21,67 pontos de audiência. Na quarta-feira (26), com Renan Santos (Missão), os números caíram ainda mais, com 19,8 pontos.
No Rio de Janeiro, Lula obteve média de 30,02 pontos de audiência para a emissora do clã Marinho, com 44,97% dos televisores ligados na sabatina. O índice também foi recorde, superando os 26,26 registrados com Zema.
Na capital fluminense 1 ponto de audiência representa aproximadamente 49.778 domicílios e 122.054 pessoas. Renan Santos registrou 25,95 pontos e Caiado 25,34. Nesta sexta-feira (28), o JN entrevista Flávio Bolsonaro (PL) e no sábado (29), Augusto Cury (Avante).
Lula lidera no estado onde quem chega na frente ganha a eleição, diz Real Time Big Data
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Lula evita responder Milei, mas crise diplomática se agrava
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Foto: Sergio Lima/AFP
A crise diplomática entre Brasil e Argentina se aprofundou neste início de semana, com o governo brasileiro atuando de forma conjunta para criticar o presidente argentino Javier Milei por suas falas em que chama o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “presidiário” e “ladrão” na convenção nacional do PL que oficializou o senador Flávio Bolsonaro como candidato do partido à Presidência. Após as declarações, Lula reuniu-se com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e autorizou o Itamaraty a endurecer a reação pela via diplomática. Segundo auxiliares do presidente, a orientação é evitar um confronto público de Lula com Milei e preservar a relação histórica entre Brasil e Argentina. Nos bastidores, auxiliares de Lula afirmam que o governo vê Milei como um aliado, ou “capanga”, do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e avalia que o argentino tenta, há meses, atrair o presidente brasileiro para um embate político.
“É a maior [crise] desde a redemocratização”. Foi assim que Celso Amorim, assessor de assuntos internacionais do Palácio do Planalto, definiu a situação com a Argentina. Para ele, este é o pior momento desde a grande crise entre os dois países em 1973, quando o Brasil assinou o Tratado de Itaipu com o Paraguai.
O presidente Lula se limitou a ironizar Milei, ao ser questionado sobre os ataques do último fim de semana. Ao deixar uma cerimônia de recepção ao presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, no Palácio do Itamaraty, em Brasília, Lula foi perguntado por jornalistas sobre as falas do argentino e respondeu de forma breve: “Quem é esse cara?”.



