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Selena Gomez relata vício em vape e diz que nicotina mudou sua voz

O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política



A cantora Selena Gomez contou ter sido viciada em nicotina — Foto: Reprodução/Instagram

Selena Gomez diz que estava viciada em vape e que nicotina mudou sua voz; entenda riscos

Em vídeo, cantora alertou fãs sobre o uso do dispositivo. Carga de um vape pode equivaler a 50 cigarros comuns.
A cantora Selena Gomez compartilhou um vídeo em suas redes sociais no qual conta que esteve viciada em cigarro eletrônico por muito tempo e que ele mudou a sua voz.
“Não vou conseguir mudar a minha voz. Eu usei muito cigarro eletrônico com nicotina”, disse em um trecho do vídeo.
No vídeo, ela conta que parou de usar cigarro eletrônico recentemente, mas que deixar de usar nicotina foi muito difícil.
A nicotina tem alto potencial de causar dependência e, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), não existe quantidade segura para o consumo. Para os especialistas, é ela que prende o usuário ao cigarro, seja o comum ou o eletrônico.
Nos vapes, a substância aparece na forma de sal de nicotina, que chega ao organismo em concentrações até 20 vezes maiores.
Para se ter uma noção: um cigarro comum tem cerca de 1 mg de nicotina. A carga de um vape tem por volta de 50 mg, e algumas marcas passam disso. Quem consome uma carga por dia recebe o equivalente a 50 cigarros.
“Quero dizer que, se você está passando por isso, ou se está pensando em começar a usar, saiba que simplesmente não vale a pena. É uma grande bobagem, e isso acabou alterando a minha voz. Então, se vocês não gostam de ouvir a minha voz, é totalmente compreensível”, disse a cantora.
Como o vape pode afetar as cordas vocais?
As cordas vocais são duas pequenas dobras de tecido que ficam na laringe, na entrada da traqueia. Elas vibram com a passagem do ar e produzem o som da fala e do canto. Qualquer inflamação nessa região altera essa vibração e muda a voz.
O aerossol do vape passa por ali a cada tragada. Além da nicotina, ele leva aromatizantes, propilenoglicol e substâncias que, aquecidas a cerca de 250 °C, viram partículas ultrafinas.
A frequência agrava a exposição. Um fumante de cigarro comum dá, em média, 200 tragadas por maço. Usuários de vape podem chegar a mil ou até 3 mil por dia, o que acelera os processos inflamatórios nas vias respiratórias.
Médicos relatam aumento de casos de inflamação na laringe entre usuários frequentes, muitas vezes com perda temporária da voz. No Brasil, a cantora Solange Almeida, ex-Aviões do Forró, e a influenciadora Vanessa Lopes, ex-participante do BBB, já contaram ter tido problemas graves nas cordas vocais ligados ao vape, com risco de ficar sem voz.
Vape pode viciar mais rápido que o cigarro comum
Os cigarros eletrônicos chegaram ao mercado em 2005, com aromas e sabores agradáveis e a promessa de serem uma opção menos agressiva para quem já dependia de nicotina.
O argumento é que o cigarro comum queima tabaco e libera monóxido de carbono. O vape funciona por vaporização, sem combustão, e por isso faria menos mal.
Os especialistas contestam essa ideia. O dispositivo reúne mais de 2 mil substâncias, várias delas tóxicas e cancerígenas, como formaldeído, acetaldeído, acroleína, acetona, glicerol e propilenoglicol. E a maioria contém mais nicotina que o cigarro tradicional, o que encurta o caminho até o vício.
Um estudo do Instituto do Coração (Incor), feito com a Vigilância Sanitária e o Laboratório de Toxicologia da Faculdade de Medicina da USP, analisou mais de 400 usuários de cigarro eletrônico. Os níveis de nicotina no organismo deles chegaram a ser seis vezes maiores que os de fumantes de cigarro comum.
A velocidade da dependência também chamou a atenção. No cigarro tradicional, o quadro costuma levar anos para se instalar. No eletrônico, muitos jovens relataram dependência intensa entre três e seis meses de uso. Cerca de 70% dos participantes tinham entre 18 e 25 anos e nunca haviam fumado antes do vape.
Vape é proibido no Brasil
Nos Estados Unidos, onde Selena vive, os cigarros eletrônicos são permitidos, e a FDA, agência reguladora americana, passou a incluir também os vapes com sabor.
No Brasil, a Anvisa proíbe a venda dos dispositivos desde 2009. Apesar disso, há dispositivos circulando no mercado. A agência alerta que eles são ilegais.

Emagreça sem dieta rígida nem academia

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Perder peso não precisa ser tortura — veja mudanças fáceis que dão resultado sem sacrifício

Truques simples para emagrecer sem dieta rígida nem academia

Truques simples para emagrecer sem dieta rígida nem academia

Muita gente acredita que emagrecer exige dieta radical ou horas de academia. Porém, isso não é verdade. Com pequenas mudanças de hábito, disciplina e atenção à rotina, é possível perder peso com saúde, sem sacrifício e sem sofrimento. Neste texto você encontra truques práticos que funcionam no dia a dia.

Beba mais água durante o dia

Truques simples para emagrecer sem dieta rígida nem academia

Água ajuda a controlar o apetite, melhora a digestão e incentiva o corpo a queimar calorias de forma eficiente. Além disso, muitas pessoas confundem sede com fome. Por isso, ao sentir vontade de comer fora de hora, experimente beber um copo de água primeiro. Esse hábito simples pode reduzir o consumo de calorias e facilitar o emagrecimento.

Troque refrigerantes e sucos industrializados por água ou água com limão

Refrigerantes e sucos prontos têm açúcar demais, calorias escondidas e pouco valor nutritivo. Por isso, substituir essas bebidas por água ou água com limão reduz o consumo diário de calorias sem esforço. Além disso, a hidratação melhora a disposição e ajuda a controlar a fome.

Coma mais fibras frutas, legumes e verduras simples

Fibras dão sensação de saciedade e ajudam o intestino a funcionar bem. Além disso, frutas, legumes e verduras têm poucas calorias e trazem vitaminas necessárias. Por isso, incluir uma porção de vegetais a cada refeição ajuda a emagrecer sem dor. Esse hábito regular evita exageros e elimina a ideia de “dieta”.

Prefira comidas simples e naturais às ultraprocessadas

Comidas prontas, industrializadas e ultraprocessadas geralmente têm muita gordura, açúcar e sal, o que engorda mesmo em pequena quantidade. Por isso, priorizar comidas naturais: arroz integral, feijão, vegetais, carnes magras ou opções saudáveis ajuda o corpo a funcionar melhor. Esse tipo de alimentação contribui para emagrecimento de forma equilibrada.

Faça refeições menores e mais frequentes

Comer muito de uma só vez pode engessar o metabolismo e deixar o corpo com sono. Por isso, dividir a alimentação em 4 a 5 refeições menores ao longo do dia ajuda a manter o metabolismo ativo. Além disso, comer porções moderadas evita exageros e facilita o controle do peso.

Caminhe diariamente, mesmo que por 20 minutos

Não é preciso academia para movimentar o corpo. Caminhar no bairro, subir escadas, passear com o cachorro ou ir a pé ao mercado já ajuda. Além disso, o movimento acelera o metabolismo, queima calorias e melhora o humor. Caminhadas regulares fazem diferença no longo prazo.

Reduza açúcar e doces fora da hora

Doces em excesso aumentam as calorias sem trazer sensação de saciedade. Por isso, diminuir doces e sobremesas fora de momentos de indulgência ajuda o corpo a usar energia para o que realmente importa. Esse hábito contribui para emagrecer com saúde, sem culpa e sem sacrifício.

Não pule o café da manhã

O café da manhã dá energia para o dia e evita exageros no almoço. Além disso, ajuda a manter o metabolismo ativo. Por isso, incluir alimentos leves, saudáveis e nutritivos logo cedo ajuda a controlar o peso e dá disposição para enfrentar o dia sem fome exagerada.

Durma bem: o sono influencia o peso

Quem dorme pouco tende a engordar, porque o corpo libera hormônios que aumentam o apetite. Além disso, cansaço gera desejo de comer mais. Por isso, criar rotina de sono, evitar telas antes de dormir e relaxar ajuda o emagrecimento natural.

Reduza o sal e prefira temperos naturais

Sal em excesso causa retenção de líquido. Além disso, alimentos salgados estimulam mais sede e provocam exageros de bebida ou comida. Por isso, usar temperos naturais: ervas, limão, alho e cebola — ajuda a controlar peso e manter alimentação saudável.

Evite comer por ansiedade ou tédio

Muitas vezes, a vontade de comer aparece quando estamos entediados, nervosos ou vendo tv. Por isso, aprender a identificar fome real e fome emocional ajuda a não exagerar. Além disso, substituir comida por água, chá ou caminhada ajuda a controlar peso sem sofrimento.

Preste atenção à mastigação

Comer rápido engorda mais. Além disso, o cérebro demora a registrar saciedade. Por isso, mastigar devagar, com calma, sem pressa e sem distrações ajuda o corpo a perceber quando já está satisfeito. Esse hábito evita exageros e auxilia no emagrecimento com saúde.

Evite dietas milagrosas: prefira mudanças sustentáveis

Dieta radical pode trazer resultado rápido, porém prejudica saúde e causa efeito sanfona. Além disso, o sacrifício excessivo não dura. Por isso, investir em mudanças constantes, realistas e equilibradas é a melhor forma de emagrecer de verdade.

Acompanhe o progresso sem se cobrar demais

Pesar o corpo com frequência pode gerar ansiedade. Por isso, observar como as roupas ficam, como o corpo se sente e como anda a disposição traz resultados mais reais. Além disso, aceitar que emagrecer é processo ajuda a manter motivação sem frustrações.

A alimentação equilibrada ajuda o humor e o corpo

Comer bem não emagrece só o corpo. Também melhora o humor, reduz ansiedade e melhora o sono. Por isso, emagrecer com saúde não é sacrifício. É autocuidado.

Organização e planejamento fazem a diferença

Levar marmita, planejar compras e decidir refeições ajuda a evitar escolhas erradas em emergência. Além disso, evita consumo impulsivo e favorece alimentação equilibrada. Planejamento simples ajuda bastante.

Resultados consistentes com paciência e disciplina

Emagrecer de forma saudável exige tempo, paciência e persistência. Além disso, pequenos hábitos constantes superam dietas milagrosas. Quem persiste com equilíbrio alcança resultado duradouro.


Abusca pelo corpo perfeito e o vício do emagrecimento

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vício do emagrecimento

O vício do emagrecimento a busca pelo corpo perfeito

O vício do emagrecimento se tornou mais comum do que parece, porque a sociedade passou a tratar a magreza como medalha de sucesso e sinônimo de autocontrole. Entretanto, quando a busca pelo corpo perfeito ultrapassa o limite da saúde, a mente se torna refém da balança e a vida começa a girar em torno de números. Assim, pessoas que iniciam dietas por saúde acabam desenvolvendo culpa, medo da comida e vergonha do próprio corpo, criando uma rotina emocionalmente pesada. Esse fenômeno mostra como a obsessão pelo peso pode ser tão perigosa quanto o excesso, já que transforma algo natural em sofrimento permanente

vício do emagrecimento

A cultura do corpo rápido e sem falhas

A pressão estética não nasceu com as redes sociais, mas elas intensificaram a comparação e o julgamento. Hoje, é simples assistir vídeos com transformações em poucos meses e acreditar que aquele resultado é fácil de alcançar. Entretanto, ninguém mostra restrições extremas, desequilíbrios hormonais ou consequências emocionais. Assim, o vício do emagrecimento começa silencioso, porque parece disciplina, quando na verdade é medo. Além disso, a cultura do corpo acelerado promete resultados instantâneos, mas oculta o impacto psicológico que vem com a cobrança contínua

Quando a balança se torna juiz

O vício do emagrecimento aparece quando a balança decide o humor do dia. A pessoa acorda, se pesa e define se merece comer ou treinar até a exaustão. Entretanto, o corpo não é uma equação simples, já que retenção de líquidos, hormônios, estresse e sono alteram o peso. Assim, a culpa surge por motivos invisíveis e injustos. Muitas pessoas param de sair para evitar alimentos considerados proibidos, e deixam de viver experiências por medo de engordar. Quando o peso define a felicidade, o corpo deixa de ser casa e se transforma em inimigo

A exibição do corpo como produto

vício do emagrecimento

As redes sociais criaram um mercado emocional onde o corpo funciona como vitrine. Fotos curtas, vídeos curtos e elogios rápidos fazem com que muita gente procure validação no olhar de desconhecidos. Assim, cada curtida se transforma em combustível emocional, fortalecendo um ciclo perigoso: quanto mais elogios o corpo magro recebe, mais medo a pessoa sente de engordar. Entretanto, quem depende de aprovação externa nunca encontra paz. Além disso, o uso de filtros cria um padrão irreal, já que nenhum corpo real se parece com um corpo editado. A comparação, portanto, se torna injusta e cruel

A mentira do “se eu emagrecer, tudo melhora”

Muitas pessoas acreditam que a vida será completamente diferente quando atingirem o peso desejado. Entretanto, depois da mudança física, muitas descobrem que a insegurança permanece. Assim, o vício do emagrecimento continua mesmo após a meta, porque o medo de engordar passa a comandar os pensamentos. Quando o corpo emagrece, mas a mente adoece, não existe vitória. Saúde não é ausência de gordura, e sim ausência de sofrimento. O corpo pode estar magro, mas se a vida perde cor, nada faz sentido

A promessa de medicamentos milagrosos

Com a popularização de remédios para emagrecer, o mercado encontrou uma nova forma de lucrar com a dor. Entretanto, quando usados sem orientação médica, esses produtos podem gerar dependência física e emocional. Assim, muitas pessoas trocam compulsão por comida por compulsão por remédio. Para evitar riscos, é essencial buscar informação confiável e acompanhamento profissional. Por isso, conteúdos como “amicretina: a nova promessa para superar ozempic” e “jejum intermitente: como praticar com segurança”, disponíveis no Yoo Mag, mostram como conhecimento protege e orienta escolhas conscientes

O medo da comida e o isolamento social

O vício do emagrecimento rouba prazeres simples, como almoçar com amigos, viajar, experimentar comidas novas e viver sem medo. Entretanto, alimentar o corpo não pode ser motivo de culpa. Muitas pessoas passam a medir cada colher, calcular calorias e evitar qualquer alimento que pareça uma ameaça emocional. Assim, ensaios intermináveis de autocontrole viram rotina doentia. Além disso, quando comer causa ansiedade, a relação com a vida muda, porque comer é uma das experiências humanas mais afetivas e sociais

O foco que se transforma em punição

A sociedade aplaude disciplina extrema, e isso torna o vício do emagrecimento mais difícil de identificar. Pessoas escutam elogios por treinar horas, comer muito pouco e “manter foco”. Entretanto, disciplina não deve machucar. Quando alguém treina mesmo com dor, evita festa para não comer, pesa comida no prato e sente culpa depois de um pedaço de bolo, o corpo já perdeu liberdade. O foco vira prisão, e a saúde vira ilusão

Sinais de alerta que ninguém deve ignorar

É hora de buscar ajuda quando a pessoa prefere passar fome do que comer algo fora da dieta. Também é alerta quando o exercício vira punição, quando o peso define autoestima ou quando cada refeição gera arrependimento. Assim, psicólogos, nutricionistas e médicos trabalham para reconstruir a relação com o prato e com o espelho. O corpo não merece castigo, porque saúde emocional vale mais que qualquer caloria

O corpo é vivo e muda o tempo todo

Ganhar alguns quilos em momentos de estresse é natural, porque sobrevivência vem antes de estética. O vício do emagrecimento tenta convencer que engordar é fracasso, mas isso é mentira. O corpo é biológico, não estético. Ele respira, retém água, queima energia, produz hormônios e tenta equilibrar tudo o que fazemos. Nenhum corpo real é estável como um número. Amar o corpo exige aceitar movimento, porque vida é mudança

Informação evita o sofrimento

Cuidar da saúde exige informação segura e profissional, já que dietas extremas causam efeitos reversos e prejudicam o psicológico. O site do Ministério da Saúde (https://www.gov.br/saude) oferece orientações sobre saúde emocional, alimentação equilibrada e prevenção de transtornos alimentares. Informação séria é proteção, porque conhecimento salva pessoas de métodos perigosos e falsas promessas

Liberdade tem outro peso

O caminho mais bonito não é emagrecer a qualquer custo, e sim viver com leveza. É possível treinar com prazer, comer com calma, celebrar com amigos e manter equilíbrio sem escravidão alimentar. Quando a autoestima deixa de depender da balança, o corpo respira. O prato volta a ser alegria e não ameaça. Assim, o vício do emagrecimento perde força, e a vida ganha cor. Quem descobre que liberdade pesa menos que magreza reencontra paz dentro da própria pele