O blog do Magal - Opinião, cultura, economia e Política
Campeã olímpica para o Brasil confirmou o favoritismo em Roterdã, na Holanda, e subiu ao lugar mais alto do pódio após uma média de 14.466.; dupla dos EUA fechou o pódio
Com a conquista deste sábado, Rebeca Andrade chega a dez medalhas em Mundiais, sendo a terceira dourada no salto. Antes, ela havia subido ao lugar mais alto do pódio na Antuérpia, na Bélgica, em 2023, e Kitakyushu, no Japão, em 2021.
Na fase qualificatória, Rebeca já havia conseguido a maior nota, com 14.400 no primeiro salto e 14.266 no segundo, fazendo um total de 14.533. A sul-coreana Yeo Seojeong, bronze em Tóquio, ficou com a segunda melhor nota, com um total de 14.483, enquanto Pease Claire fechou com a média de 14.283.
A norte-americana Simone Bailes, uma das maiores ginastas da história, esteve em Roterdã como convidada de honra. Ela não compete desde a participação na Olimpíada de Paris, em 2024.
Retorno triunfal após pausa
Rebeca Andrade anunciou em abril deste ano que estava retornando às competições após um período afastada. A atleta passou parte de 2025 se dedicando à saúde mental e ao convívio com a família.
Destaque do Brasil em Paris 2024, a atleta optou por uma pausa após o ciclo olímpico. A escolha reforça a posição da ginasta em defesa da importância do acompanhamento psicológico no esporte de alto rendimento.
Durante o afastamento, Rebeca Andrade aproveitou oportunidades raras na rotina de um atleta profissional, como viagens e experiências fora do ambiente competitivo.

Postar um comentário
Deixe sua opinião