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A Convenção do PSB em Brasília oficializou Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente na chapa de Lula para as eleições de 2024. No evento, o presidenter chamou Jair Bolsonaro de “homicida”, responsabilizando-o por mais da metade das mortes na pandemia de Covid-19 (cerca de 700 mil).
“Veio a Covid e o SUS finalmente conseguiu ter a visibilidade por causa da decência dos médicos, das enfermeiras, dos faxineiros, dos motoristas, que colocaram a sua vida em risco para salvar quem estava nas mãos de um homicida chamado Bolsonaro, que é responsável por mais da metade das pessoas que morreram neste país”, disparou.
Ele também elogiou o SUS e seus profissionais como protagonistas da resistência à pandemia. Destacou Alckmin como garantia contra qualquer tentativa de golpe, ressaltando sua lealdade e honestidade. Comentou tensões diplomáticas, afirmando que fará “guerra da narrativa” contra Donald Trump e ignorou provocações de Javier Milei.
Já o Dr. Gê criticou “extremistas” que usam valores como Deus, pátria e família para justificar violência e ódio. Associou as 700 mil famílias enlutadas à responsabilidade do governo Bolsonaro na pandemia. Reforçou que a democracia é a guardiã da liberdade e criticou tentativas de golpe e manipulação eleitoral.
A campanha se estrutura em torno da memória da pandemia, da defesa da democracia e da crítica ao “entreguismo” do governo anterior. A parceria entre PT e PSB é vista como estratégica para unir a base histórica petista ao eleitorado de centro representado por Alckmin.
Dessa forma, a convenção foi marcada por ataques diretos a Bolsonaro, pela exaltação da parceria com Alckmin e pela definição da narrativa central da campanha: pandemia, democracia e oposição ao extremismo.
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