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Autor da ação foi identificado como João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos, e está preso desde o fim de semana.
A Polícia Civil, por meio do delegado Antônio Luís Tuckmantel, informou que os três novos suspeitos detidos no fim de semana são do estado do Rio de Janeiro. Além de Silva, também foram presos temporariamente Evelyne dos Santos Gonçalves, de 43 anos, que é apontada como responsável pelo grupo que realizava os saltos, e Gabriel Barros Martins, de 30 anos.
Eles se juntam a Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Maicon Fernandes Cintra, de 42, e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27, instrutores de salto que tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva e respondem por homicídio com dolo eventual.
No dia da tragédia, seis pessoas foram encaminhadas para a delegacia e três instrutores permaneceram presos desde então no Centro de Detenção Provisória II de Guarulhos. Na sexta-feira passada, a Justiça de São Paulo negou o pedido de habeas corpus apresentado pelas defesas de dois dos três instrutores presos pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas.
As seis pessoas integram um grupo que oferecia saltos de 40 metros de altura na ponte, com valores de até R$ 180. As imagens do acidente mostram Maria Eduarda sendo carregada pelos instrutores até a extremidade da plataforma e lançada para frente.
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